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Expresso

  • Antonio Tajani: “Acredito na Europa, mas temos de mudar”

    Diário

    Raquel Albuquerque

    O novo presidente do Parlamento Europeu tem mais de 20 anos de experiência política europeia, foi braço direito de Berlusconi e é descrito como alguém que “conhece bem” a realidade portuguesa. Durante a Troika chegou a dizer que “só austeridade” não era solução para Portugal. Para a Europa quer “mais democracia”

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    É evidente que os maiores responsáveis políticos pelo caminho que as coisas vão levar são Theresa May (que fez um discurso apaziguador mas em defesa do “hard Brexit") e Boris Johnson. Mas Bruxelas deveria ter mostrado abertura para um processo negocial que mantivesse o Reino Unido fortemente ligado aos seus parceiros europeus. É verdade que foram os britânicos a escolher o divórcio. E que são eles a decidir que ele será sem convívio depois da separação. Mas ao deixar imediatamente claro que todas as portas para uma saída suave e o menos profunda possível estavam fechadas, Bruxelas não criou o clima favorável a esse caminho e deu a vitória a Merkel e a Trump, dois inimigos que neste caso têm interesses confluentes. A Merkel, porque, não sobrando qualquer ponte sobre o Canal da Mancha, o poder alemão na União sai reforçado e pode sonhar com a captura da City londrina. A Trump, porque tentará aproveitar o divórcio para ser o ombro amigo que os britânicos precisam

  • “A mudança só vai acontecer em Angola com o MPLA fora do Governo”

    Diário

    Cristina Peres e Marcos Borga

    As eleições de 2017 são fundamentais para o futuro de um país que continua a ter dois pesos e duas medidas e em que a desigualdade não pára de crescer. Isaías Samakuva defende que a culpa da crise de Angola é da má gestão que o MPLA faz dos “recursos naturais e humanos do país”. Reeleito desde 2003 líder da UNITA, o maior partido da oposição, Samakuva veio a Lisboa prestar homenagem a Mário Soares e falou com o Expresso sobre o presente e o futuro do seu país

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Perante uma medida governamental que dá 3792 a um patrão que contrate um trabalhador para o quadro e 1254 euros ao que contrate a termo (isto, em prestações que terminam ao fim de dois anos), que podemos pensar? Que se está a subsidiar o emprego, que se está a subsidiar os patrões, ou que se está fazer ambas as coisas. Porém, olhemos friamente o problema: Isto faz algum sentido na economia em que, cada vez mais, vivemos? Pensamos que podemos combater a volatilidade no emprego e a precaridade que lhe está associada atirando dinheiro para cima de problemas que a nova economia digital e desmaterializada veio criar?