O secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores (UGT), João Proença, disse que a adesão à Greve Geral de hoje é "superior à do ano passado", salientando a participação no setor dos transportes, mas também no setor privado.
Junto ao piquete de greve dos CTT, uma empresa onde cerca de 80 por cento dos trabalhadores - de acordo com João Proença - aderiram à paralisação, o sindicalista enumerou os diferentes setores que hoje são afetados por uma paralisação maior do que a do ano passado.
"No transporte aéreo a adesão é total, os portos de norte a sul estão todos paralisados hoje, quando os Portos de Leixões e de Sines funcionaram com bastante força no ano passado. No setor público a greve abrange muita gente. Nos transportes o Metro de Lisboa fechou e os transportes do Porto foram fortemente afetados, o que não aconteceu no ano passado. A adesão é extremamente significativa nos transportes urbanos. Além dos transportes veja-se as empresas privadas como a Autoeuropa", descreveu o líder da UGT.