27/05/2012 atualizado às 1:18
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União Europeia

Tratado de Lisboa ratificado por Malta e Eslovénia

"Isto mostra que o alargamento é uma inspiração e um ímpeto para o futuro desenvolvimento da integração europeia", destacou o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso.

21:38 Terça feira, 29 de janeiro de 2008
Durão Barroso considera ser um "sinal positivo" para a aprovação do Tratado de Lisboa e entrada em vigor a 1 de Janeiro de 2009
Durão Barroso considera ser um "sinal positivo" para a aprovação do Tratado de Lisboa e entrada em vigor a 1 de Janeiro de 2009
Vincent Kessler/Reuters

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, saudou hoje a aprovação do Tratado de Lisboa pela Eslovénia e por Malta, respectivamente o segundo e terceiro Estados-membros da União Europeia a fazê-lo.

Em comunicados divulgados em Bruxelas, José Manuel Durão Barroso destaca a aprovação do Tratado de Lisboa por unanimidade, pelo Parlamento de Valeta.

Por outro lado, Durão Barroso, comentando a votação em Liubliana em que o tratado foi aprovado por 74 votos contra seis, salientou ser "um sinal encorajador e positivo que o actual detentor da presidência da UE seja um dos primeiros a aprovar o documento.

O presidente da Comissão considerou ainda ser "um sinal positivo" o facto de os três primeiros Estados-membros a aprovar o Tratado de Lisboa integrem o grupo de dez países que aderiram em 2004 ao bloco europeu.

"Isto mostra que o alargamento é uma inspiração e um ímpeto para o futuro desenvolvimento da integração europeia", referiu.

Malta e a Eslovénia, que actualmente detém a presidência semestral da UE, ratificaram hoje o novo tratado europeu, assinado em Lisboa a 13 de Dezembro último, durante a liderança portuguesa do Conselho da União Europeia.

A Hungria foi o primeiro Estado-membro a fazê-lo, ainda em Dezembro de 2007.

O Tratado de Lisboa deverá entrar em vigor no dia 01 de Janeiro de 2009, mas tal só acontecer se for ratificado por todos os 27.

À excepção da Irlanda, que por imperativo constitucional terá que fazer um referendo constitucional, os restantes Estados-membros procederão à ratificação por via parlamentar, incluindo a França e a Holanda, cujo eleitorado chumbou, em consulta popular em 2005, o projecto de Constituição Europeia.

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Dr. Durão Dr.Furão !
pcesteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 2:01 | Quarta feira, 30 de janeiro de 2008
Como é que nos vamos agora livrar daquelas carraças da ONG inglesa?
Ainda por cima temos a bronca da Ana Gomes e os comunas todos à perna !!
 
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