21 de maio de 2013 às 19:48
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Trabalhadores do público e do privado no mesmo barco

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)

A decisão de cortar os subsídios de Natal e de Férias foi, antes de tudo, um absurdo económico. Associada ao aumento do IVA, é um enorme contributo para o agravar da crise, das falências de Pequenas e Médias Empresas (sobretudo no comércio) e o consequente aumento do desemprego. Não há recuperação possível, na atual crise europeia e internacional, sem mercado interno.

A decisão foi arbitrária. O mesmo governo que é incapaz de renegociar as Parecerias Públoco-Privadas foi ao elo mais fraco e daí sacou tudo o que podia.

A decisão foi irresponsável. Muitos tinham avisado para a inconstitucionalidade da medida, que criava uma desigualdade entre o sector privado e o sector público.

Claro que o governo pode optar por resolver o problema alargando a medida ao sector privado. Seria um absurdo: agravaria de forma brutal a crise económica. Pasos Coelho, dando mais uma vez sinais da sua infinita irresponsabilidade, já deu a entender que é isso que fará. A crise entrará em tal aceleração que a vida política portuguesa mudará muito rapidamente. Não dou muto tempo de vida a este governo depois do dia em que ninguém no privado receber o primeiro subsídio cortado.

Não espero que este governo aproveite esta decisão para exigir uma imediata renegociação das metas definidas no memorando da troika. Começando por explicar que o país europeu com os salários mais baixos não tem margem para maiores contrações salariais sem tornar inviável o seu crescimento económico e, por consequência, o pagamento futuro das suas dívidas. Mas toda a pressão para que o faça é indispensável.

Apesar da decisão do Tribunal Constitucional ser, no que é fundamental (a violação da Constituição através de uma medida arbitrária), positiva, não deixa de ter um estranho pressuposto: que a Constituição é intermitente. Como é que uma medida é inconstitucional no próximo ano mas aceitável em 2012? A Constituiição deste ano é diferente da do próximo? O memorano da troika está acima da Lei Fundamental? Fica-se com a sensação de que o TC explica ao governo que não tem de recuar na medida que tomou. Apenas tem de teimar no disparate.

Para quem, no sector privado, achava que "os malandros dos funcionários públicos" tinham o que mereciam, aqui vem o que muitos tinham dito que inevitavelmente viria: a desgraça para todos. Mas pela primeira vez em muito tempo fica claro, para os trabalhadores do privado e do público, que estão no mesmo barco e que têm de resistir juntos: uns para não lhes cortarem os subsídios, outros para os terem de volta. Isto, claro, se ainda queremos salvar a nossa economia.

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Mas onde é que está essa igualdade?
Na isenção de horário com que muitos trabalham no privado?
Nos contratos individuais de trabalho, com remunerações acordadas caso a caso?
Na possibilidade de despedimento em qualquer altura com que todos lidam no privado?

Na ausência de aumentos automáticos ou promoções por antiguidade?

Há uma diferença abismal entre o sector publico e o privado, inerente às características de cada um.
Se querem nivelar, têm muito trabalho a fazer.

Não é só para tirar dinheiro a todos às cegas. Infelizmente, somos governados por pessoas que não têm estudos e são apenas políticos, pouco conhecem da realidade...e até do mundo laboral!
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TRIBUNAL "CONJUNTURAL"???
O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL não tem que se preocupar com a "situação em que o País se encontra"!!!! O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL DEVE GARANTIR A APLICAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO, PONTO!!!

Quem tem de se preocupar com a conjuntura É O GOVERNO, e quem tem poderes para ALTERAR A CONSTITUIÇÃO, se for caso disso, É O PARLAMENTO!!!

ENQUANTO A CONSTITUIÇÃO TIVER UMA DADA REDACÇÃO, SÓ COMPETE AO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL AGIR DE ACORDO COM ESSA CONSTITUIÇÃO -- E NÃO COM A CONJUNTURA!!!

POIS CASO CONTRÁRIO, ASSUME UM PODER QUE SE SOBREPÕE A TODAS AS OUTRAS INSTITUIÇÕES DA REPÚBLICA, E PARA O QUAL NÃO ESTÁ MANDATADO!!!
Re: TRIBUNAL Ver comentário
O sistema
A nossa organização política, parece razoavelmente bem feita.O poder tem limites, há pesos e contrapesos para forçar equilíbrios e evitar abusos, mas, na prática, tudo falha.

Como DO faz notar, com oportunidade, o país tem uma constituição intermitente, funciona quando funciona .É inconstitucional mais já fiquei sem as férias e , em Novembro, lá se vai o Natal. Põe-se a constituição na gaveta por um ano.

Em todo este episódio considero que o grande desastre esteve em Belém.O Governo apresentou a lei, uma vergonhosa injustiça, mas passou na AR, com a abstenção do PS.Podemos assumir que acreditava na necessidade da dita.

  Quem nunca acreditou nela foi o PR, que o declarou e até pôs de moda e equidade. Podia e devia ter avisado o governo de que nunca assinaria tal lei, tinha sido encontrada outra solução mais justa, com distribuição dos sacrifícios por todos, com progressividade em relação aos rendimentos e o assunto estava arrumado.
Mas ficou-se pelas declarações, e promulgou, sem tão pouco ter enviado ao TC.
Hoje bem pode estar de luto, pelo desastre que arranjou, contribuindo para o seu maior terror : o descrédito internacional e a desconfiança dos mercados.............
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Uma prenda do TC ao Governo! Ver comentário
(continuação) Ver comentário
Esqueceu-se do principal, D O !!
Ó Sr D. O.! Uma pessoa tão inteligente como o senhor e desta vez esqueceu-se da principal barbaridade do TC:

        È verdade que o facto de o TC considerar que a Lei será inconstitucional em 2013 e não este ano é, no mínimo, uma ideia peregrina (de tão estapafúrdia, absurda e sem fundamento legal)

      Mas a palavra chave é outra - EQUIDADE - é inconstitucional por não ser equitativa ... sim senhor ...

        Agora temos de ver o seguinte:

        Para poder distribuir equitativamente a factura por todos os funcionários publicos teriam de estar sujeitos, entre outras:

- A ser despedidos liminarmente ou verem seu posto de trabalho ser extinto sem explicações e sem direito (na prática) a indemnização;

- A trabalharem meses e meses sem receber ordenado e sem saber se alguma vez o receberão;

- A trabalhar 48 horas por semana sem quaisquer regalias em troca de ordenado minimo;

- A verem seus rendimentos serem reduzidos em 50 ou até 60 ou 70 %, senão mesmo ficarem insolventes (o que sucede com os trabalhadores por conta própria)

          Mas qual o valor de se ter um EMPREGO VITALÍCIO GARANTIDO?? Quanto?

        Para haver equidade entre publico / privado os do publico teriam ainda de emagrecer uns 45% nos seus rendimentos / regalias...

esqueceu se que esta gente e toda filha ... Ver comentário
Re: esqueceu se que esta gente e toda filha ... Ver comentário
Re: esqueceu se que esta gente e toda filha ... Ver comentário
Re: esqueceu se que esta gente e toda filha ... Ver comentário
nunca quis ofender os funcionarios publicos Ver comentário
nunca quis atacar os funcionarios publicos Ver comentário
Re: Esqueceu-se do principal, D O !! Ver comentário
DANIEL, a coisa está feia e vai ficar pior
Daniel, um absurdo económico foi o consulado governativo d Sócrates q gastou tudo e pouco ou nada d palpável fez e agora andam todos os portugueses a suar sangue p cumprir o q ele negociou e assinou em nome d Portugal. Podemos divergir na terapia mas estas são as causa da doença q nos aflige. Governação irresponsável e, acordo muito difícil d cumprir. Eu, inclusivamente tenho invocado nestas minhas intervenções factos incontornáveis e indesmentíveis, tais como parágrafos dos memorandos assinados e resultados quantificados da irresponsabilidade socialista vinda em diversos documentos publicados pelo Tribunal d Contas e INE desse país e… ou sou acusado d fascista ou então d pupet ao serviço do grande capital. Mas enfim… os portugueses preferem ser enganados a ser confrontados com a crueza da realidade. Como sempre o kamarada cronista mistura tudo e chama tudo á colação ao mesmo tempo. Acho q faz mal pois tenho a certeza q vc pode estar nos meus antípodas ideológicos mas q tem suficiente experiencia da vida p suspeitar q esses contratos, as PPP, exigem o cumprimento rigoroso d procedimentos formais sob pena das intenções do Estado ficaram goradas logo á partida. Acresce q estes foram igualmente muito mal negociados e hoje quem quiser enfrentar esse toiro irá constatar q o Estado português assinou autênticos contrato leoninos p mal do erário publico. Sabe Daniel, o pior da vivência desta crise p além das centenas d milhar de dramas q tem causado está também na forma ...
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Re: a Estupidez é sua pois ou não sabe ler Ver comentário
mas para o daniel... quanto mais preto melhor Ver comentário
Re: DANIEL, a coisa está feia e vai ficar pior Ver comentário
Re: DANIEL, a coisa está feia e vai ficar pior Ver comentário
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Re: já agora... SABE ONDE ELE ESTA? O socrates Ver comentário
R:já agora... SABE ONDE ELE ESTA? O socrates 2 Ver comentário
Odi, o Terrível !! Ver comentário
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Re: el comemierda Ver comentário
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Re: lo que tu quieras Ver comentário
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Re: como eu te entendo...os números são tão lindos Ver comentário
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Re: voce NEM portunhol consegue ler Ver comentário
'Trabalhadores do público e do privado no mesmo
Eles estiveram sempre no mesmo barco. Isso é aliás evidente quando os cortes nos subsídios atingem todos em 2011... e não só alguns. Mas não persistiu depois, porque estava a ser fatal para a imagem do governo que não pudesse chamar às suas medidas, medidas de controlo de despesa. Isto não significa que os privados não estivessem a "comer" por tabela. O forte rombo na estabilidade salarial das FPs também afeta o privado onde esta consome. E eram rombos excessivamente violentos: em dois ou três anos, há famílias que perdem mais de 20% dos seus rendimentos, desregulando o cumprimento de todos os compromissos financeiros que eles tinham. É de admirar que as falências familiares tivessem aumentado tanto?

A consequência destas decisões vão ser más e boas. Presumo que o governo vai estender os sacrifícios a toda gente, talvez através de um imposto adicional à maneira de 2011. Isto é bom, porque incidindo sobre uma base mais larga, poderão diluir mais o sacrifício. Perderem todos 5%, é diferente duma fração perder 20%. Talvez agora até possam ir aos rendimentos de capital, o que não fizeram em 2011. E também é bom, porque ninguém acreditava que eles se esforçassem para repor os subsídios, mas não duvido do desejo deles em ter impostos mais baixos.

Mas é mau, porque dá oportunidade de baralharem as contas de novo. Onde antes iam buscar 1000 amanhã podem ir buscar 1500... disfarçando a sua incompetência no controlo do défice.

PS.: O défice de 2012 não vão disfarçar!
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trabalhadores publico-e privado-no-mesmo-barco
Disse-o aqui desde o primeiro dia que o corte se ia estender ao Privado e deram a Passos o argumento que lhe faltava, mas que a mim me parece que este parecer não deixa de ser um presente para o governo, já que o défice se situa nos 7,4%, longe de atingir os 4,5% exigidos pela Troika. Respirou de alívio Passos e Victor Gaspar, mas esta medida vai servir para afundar ainda mais o País, mas também para que os portugueses vejam de uma vez por todas que este governo é incompetente, não sabe governar e não sabe o que faz, nem o que está lá a fazer. Enquanto se cortam os subsídios a todos, perdoam-se dívidas a Duarte Lima e Victor Baía. Vendem-se as jóias da Coroa e bancos aos amigos por cascas de alhos. Não se julga os criminosos do BPN, nem se arrasta os bens conseguidos por tal fraude. Atira-se com as culpas de tal acto para cima de Victor Constâncio, para fazer esquecer os verdadeiros culpados. Enquanto isso o povo paga. Nos EUA O caso Madoff foi resolvido em seis meses.

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/06/bpn-fraude-sem-castigo.html

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/03/miguel-relvas-e-os-subsidios-ferias-e.html

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viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/03/um-povo-imbecilizado-e-resignado_04.html
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Onde todos pagam ...
"Onde todos pagam, nada é caro." diz o Povo na sua enorme sabedoria, não se percebendo as reações de vários setores da economia e da política a esta decisão do Tribunal Constitucional. Já ouvi e li de tudo, acusações aos juízes de fazer política e de admitirem a constitucionalidade do que é inconstitucional, ou seja, nos anos pares o que é contra a CRP deixa de o ser e nos ímpares é contra. Não se percebe, mas nõa haja dúvida que a decisão é de elogiar, tenha as implicações que tiver, ao Governo, se tiver vergonha, só resta atacar quem até agora protegeu a começar pelas PPPs, pelos vencimentos da classe política e por renegociar o protocolo de entendimento com a troika. Enfim, façam o que quiserem, tem é de pôr todos a pagar e não sei onde é que isto representa o descalabro como aponta um tal de Camilo Lourenço, pessoa sábia com toda a certeza, pois, em economia doméstica, se tiver a receber mil de vários devedores, vou ser mais rapidamente pago se aumentarem o número dos que vão pagar e diminuir o tempo, ou a prestação de cada um deles baixa na proporção do aumento dos pagadores. A este economista que ouvi, parece alguém da direção dos partidos da maioria, a atacar o TC deve repensar a sua posição porque a CRP é para respeitar e a aplicá-la os juízes não fazem política, aplicam a Lei.
Dividir os trabalhadores, nunca!
Que a politica não se atreva a dividir o mundo do trabalho,porque mais tarde ou mais cedo a unidade vem acima.
Já chega em Portugal termos 2 centrais sindicais que dividindo forças enfraquecem capacidade reivindicativa dos trabalhadores com consequências negativas bem à vista.
O Governo,um ano depois de estar em funções tem que refletir sobre as politicas que incrementou e erros eventualmente cometidos.
Esta deliberação do Tribunal Constitucional obrigará,fatalmente, a isso mesmo.
Passos Coelho é a hora de corrigir ,emendar e falar olhos nos olhos aos Portugueses!
Re: foi com esse espirito que se chegou ao actual Ver comentário
O PCP,O Bloco e o PS: Ver comentário
Re: Dividir os trabalhadores, nunca! Ver comentário
O Medo!
O governo (Este e os putros) têm medo de pegar o Touro pelos cornos!

Este governo (e os anteriores) têm medo de atacar o problema.

Se o estado gasta muito, e se dentro destes gastos excessivos estão uma ou duas centenas de milhares de funcionários públicos a mais, o estado tem vindo a penalizar todos, ao invés de resolver o problema despedindo o pessoal que está a mais e os crimes das PPP cometidos pelo anterior governo.

Governar este país, nesta época exige sacrifícios. Sacrifícios por parte de todos os Portugueses e sacrifícios por parte da classe política, nem que seja verem fechar as portas dos tachos futuros nas empresas vampiras das PPP.

No resto concordo com o Daniel. A fogueira estava bem ateada, agora o governo vai tentar apagar o fogo, não com gasolina, mas com Acetona!
A desgraça para todos.
Estou inteiramente de acordo com Daniel Oliveira quando este aponta que fica claro, para os trabalhadores do privado e do público, que estão no mesmo barco. Porém estou em profunda divergência com as recomendações que faz a uns e a outros; resistir juntos: uns para não lhes cortarem os subsídios, outros para os terem de volta, visto que aí sim seria a desgraça para todos - o caos à moda grega. Resistir ao sacrifício que o TC ditou que seja aplicado com respeito pelo princípio da igualdade é comportamento egoísta e seguramente não será dessa forma que seremos capazes de superar a crise que enfrentamos. As greves convocadas pelos sindicatos da NAV, da TAP, do Metro e da Transtejo são alguns exemplos de egoísmos que importa evitar, mas Daniel Oliveira, na forma peculiar de patriotismo, acha que os devemos incentivar.
O CERNE DA QUESTÃO
O CERNE DA QUESTÃO, foi a correcção feita em 1789, na Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão, à frase da Declaração de Independência dos EUA de 1776 que afirmava que "os homens nascem livres e iguais". A Revolução Francesa acrescentou "em direitos". E este aditamento que parece à primeira vista restritivo é na realidade muito mais abrangente, pois se da Revolução Americana surgiram o Capitalismo Moderno e as ideias de "empreendedorismo", em que só não é rico quem não trabalha dado sermos todos "iguais", a Revolução Francesa deu origem às Democracias Modernas ao reconhecer as diferenças, e a necessidade de as ultrapassar conferindo a todos os mesmos direitos, quer sejam mais, ou menos "empreendedores": foi a semente da solidariedade e do Estado Social.

A Revolução Neo-Liberal a que assistimos, conduzida pela UE, consiste em INVERTER E RECUSAR a herança da Revolução Francesa. Temos os Estados cumpridores e incumpridores, que tinham a "obrigação" de terem todos atingido o mesmo nível da Alemanha, e temos os cidadãos "empreendedores" e os que não o são.

Uma sociedade baseada na "concorrência e competitividade" em vez da solidariedade só pode resultar na aquilação dos mais fracos, e é essa a GRANDE RUPTURA a que estamos a assistir.

É NECESSÁRIO LUTAR CONTRA A REVOLUÇÃO NEO-LIBERAL, e a única maneira que Portugal tem de o fazer é SAINDO DO EURO E DA UE!!!
DO
Pergunto, o que anda e andou estes anos todos a fazer a classe política deste país?
Pelo que se vê só andou a orientar a sua vida particular e lesar o país.
Será preciso dizer mais alguma coisa?
Sim queria justiça.
Qual barco ???????
é um submarino estúpido !!!! e chamava-se kursk...
LOL
PS: O barco de que fala Ver comentário
Salários baixos.


E' verdade o que diz Daniele. Portugal é o país europeu com os salários mais baixos.
 
Sou Italiano e logo que for reformado, mudarei para Portugal.

Em Itália os vencimentos mínimos para empregados e trabalhadores andam à volta de 1.200 Euros.

Por isso vou pedir ao Estado Italiano para transferir a minha reforma para uma agência postal ou um banco português.

Quero viver como um nababo.

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