24 de abril de 2014 às 23:15
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Trabalhadores da Autoeuropa querem linha de apoio

Os trabalhadores da Autoeuropa vão propor quinta-feira ao Governo a criação de uma linha de apoio às empresas do parque industrial.
Lusa
A proposta assenta ainda na adaptação do Plano de Apoio ao Sector Automóvel à realidade de cada empresa do parque industrial DR A proposta assenta ainda na adaptação do Plano de Apoio ao Sector Automóvel à realidade de cada empresa do parque industrial

As comissões de trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa vão propor quinta-feira ao Governo a criação de uma linha de apoio àquelas empresas e a adaptação do Plano de Apoio ao Sector Automóvel à realidade de cada uma.

Para tal, os representantes das comissões de trabalhadores das empresas do parque industrial da Autoeuropa reúnem-se quinta-feira à tarde com o secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional, Fernando Medina, para "aranjar soluções" e "apresentar propostas" que dêem resposta às suas dificuldades, após o anúncio de layoff da fabricante de Palmela.

"Vamos propor a criação de uma linha especial de apoio às empresas do parque e a adaptação do PASA à realidade de cada empresa, uma vez que a maioria não consegue enquadrar-se nas condições exigidas pelo plano", disse à agência Lusa o coordenador da comissão de trabalhadores da empresa Webasto, uma das fornecedoras da Autoeuropa, Luís Peixe.

Os trabalhadores propõem também uma maior participação das empresas do parque no fabrico de compontentes automóveis e na produção de veículos feitos em Portugal.

"Estamos não só a falar da Autoeuropa, mas também das fábricas da PSA-Citroën, em Mangualde, da Renault, em Cacia, da Toyota Caetano, em Ovar, e da Mitsubishi, no Tramagal", disse Luís Peixe, que falava à Lusa em nome das outras Organizações Representativas dos Trabalhadores (ORT) do Parque Industrial da Autoeuropa (com cerca de 8000 trabalhadores).

Por outro lado, acrescentou, a "Autoeuropa deve dar mais atenção aos seus próprios fornecedores do parque", lamentando que o fabricante automóvel

"tenha recorrido a um fornecedor espanhol para a produção do tecto panorâmico para o Scirocco e não à Webasto que está a apenas cinco minutos".

Luís Peixe considera que o Governo deve baixar o imposto automóvel e aumentar os incentivos para a compra de automóveis em Portugal.

Comentários 5 Comentar
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CHEIRA-ME A QUIMONDA.
Será que vale tudo?

Começa a ser um exagero as permanentes oscilações da Auto Europa.

Em nenhum outro país europeu se verifica esta constante instabilidade na indústria automóvel, a necessitar intervenção do Estado e do dinheiro dos contribuintes.

Creio que já chega. Quando tiverem de ir embora, vão mesmo.
......
claro que sim!
dem tudo!
claro que todos os restantes empresarios e trabalhadores que estao na mesma posicao ficam a xuxar no dedo mas que se lixe .... entao a AutoEuropa é que precisa!!!

sinceramente! mas aqueles nao chega os beneficios fiscais que tem/tiveram/vao continuar a ter!?!

claro que o mercado automovel esta em baixo, esse e muitos outros mas oq ue nao vejo é os automoveis novos a baixarem de preco, a virem para um preco que possibilite a qualquer um sem esforco comprar um carro!
todos ficavam a ganhar mas isso claro que nao pois todos eles querem é mais dinheiro .... e depois crise?!?!? os estados de cada pais vao ajudar pois como empregam milhares de pessoas os estado estao refens .... ora pq dao tudo para essas empresas se fixarem nos paises como depois tem de dar tudo se essas empresas querem sair desse pais e fixarem-se noutros que dao mais ....
Re: ...... Ver comentário
Não demorou muito tempo...

Não demorou muito tempo que a "gloriosa classe operária" e seus mentores ideológicos (CGTP/PCP), depois de uma estúpida e pouco solidária decisão de rejeitar o acordo com a Administração da AutoEuropa, viesse pedir "batatinhas".

Os "avançados" sa AutoEuropa não deviam levar NADA mas, como estamos em tempo de eleições, nunca se sabe e eles lá vão tentando...
Re: Não demorou muito tempo... Ver comentário
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