Testemunha diz que Rosalina morreu 10 min após encontro com Duarte Lima
A brasileira que encontrou o corpo de Rosalina Ribeiro garantiu, em entrevista à SIC, que sabe a hora exata da morte da secretária de Tomé Féteira. (Veja o vídeo)
A mulher que encontrou o cadáver de Rosalina Ribeiro, herdeira do milionário português Tomé Féteira, contou à SIC os pormenores do assassinato. Segundo a testemunha, que não quis ser identificada, a vítima recebeu quatro tiros às 21h30, a 20 km do hotel onde se encontrava, numa zona pouco movimentada.
A mulher garante ainda que espreitou e viu um carro escuro com vidros também escurecidos, tendo-se deslocado ao local e encontrado o corpo, chamando de seguida a polícia.
Tinha um amigo ainda mais cínico do que eu que dizia, a propósito da língua dos portugueses, o seguinte: "passas na rua com uma mulher, tens uma amante; passas na rua com um homem, és gay; passas na rua sozinho, és um tarado... Meu caro, da língua da serpente nunca te vais safar, mais vale andares na rua e tomares cuidado com duas coisas apenas: as cagadelas dos pássaros e o sol".
Aos meus conterrâneos meteu-se-lhes na cabeça que um advogado famoso resolveu matar a ex-amante de um milionário falecido, sua cliente. Carros pretos, testemunhas faladoras, dinheiro em contas, tudo encaixa na premissa. Nem vale a pena ao Duarte Lima ganir pelos santinhos que não matou ninguém. Nem sequer vale a pena os cépticos lembrarem essa tontice da inocência presumida. Quando o dito jornal de referência deste país em coma resolve unir-se (sem surpresa) à populaça, ao Duarte Lima só resta um caminho: proteger-se do sol e dos beirais onde pousam as pombas, aguardando serenamente que o maralhal se interesse, daqui a uns tempos, por outro assunto onde haja um rico, um famoso, um político ou um juíz para bater, forte e feio. E, muito naturalmente, que o processo de homicídio da Rosalina Ribeiro se resolva, sem que nada lhe aconteça, mais que não seja porque não matou ninguém nem tinha qualquer motivo para isso.
AvôMetralha - hoje às 0:59 escreveu:
"...sem que nada lhe aconteça, mais que não seja porque não matou ninguém nem tinha qualquer motivo para isso."
Eu não costumo fazer julgamentos aqui no online, nem armar-me en detective privado, mas o meu caro amigo AvôMetralha, depois de uma "metralhada" com alguma verdade, no primeiro parágrafo, esgtragou tudo nas duas últimas linhas do seu texto...
Ou seja, o meu amigo já investigou, analisou, fez de jurado e deu a sentença do Juiz... ELE (DUARTE LIMA) ESTÁ INOCENTE! ponto final parágrafo.
Eu não quero ser do contra, porque como disse não costumo julgar ninguem, seja este ou outro, seja o Santana ou o Sócrates, seja o Cavaco ou o Soares.... mas não queria estar oa pele dele (DL), pois tal como você diz aque ele não fez nada, uma pessoa que leia tudo com cuidado, descontando o sensasionlismo próprio destas situações, fica a pensar sériamente porquê tantas contradições e actos com pouca lógica, tal como ir a Belo Horizonte, não saber onde alugou o carro, deixar a senhora e dez minutos depois aparecer morta, enfim, um grande imbróglio para a policia e para ele, que pelo menos é um dos interessados nos negócios da herança.
Há uma coisa que eu já disse noutra noticia, e que vai ser a realidade, os herdeiros que esperem sentados pela fortuna, porque agora são os grandes escritórios de advogados que vão tratar do asssunto e ficar com a maior fatia...
Se deixarem a polícia trabalhar certamente que se vai descobrir algo, mas estou a falar da polícia Brasileira.
Porque em Portugal a polícia Portuguesa tem uma certa dificuldade em descobrir algo quando mete certas elites.
O advogado Duarte Lima acordou mal disposto e decidiu. Hoje vou matar alguém. Pensou na porteira, que o chateia por causa do barulho que faz a fechar a porta, mas a velha não estava. Tinha ido à mercearia do sr. Francisco. Resolveu então viajar até ao Brasil e despejar lá a sua fúria assassina. Foi à sua lista de clientes e, eureka!!!, lá estava a amante do sr. Feteira, prontinha para o holocausto...
Apanhou um táxi para a Cova da Moura, procurou um tal "rapper" nas horas vagas, o Mi Kóze, cuja actividade principal é fornecer urânio enriquecido ao Irão e vender armas ilegais a clientes com a carteira recheada.
Munido de uma M-60 e quatro fitas de munições passou tranquilamente pelo SEF da Portela, que está sempre com falta de pessoal nos voos extra-comunitários devido ao défice do estado, explicou à hospedeira da TAP que a metralhadora era um novo modelo de aspirador e passou pela alfândega do Brasil, onde ninguém desconfiou dele porque é um país onde não existem armas.
Alugou um carro numa agência cujo nome não se lembra -- no Face Oculta e no Freeport também ninguém se lembra de nada... -- apanhou a velha à saída do prédio no bairro elegante de Maracujá e, perante uma galera de brasileiros daqueles que acabam sempre as frases com "graças a Deus", despejou as quatro fitas da M-60 na velhota.
...
a inveja tambem mata...e eis que a vibora cuspiu finalmente o veneno.........
mas concerteza so quando foi informada dos passos da vitima e o minuto ideal para lançar o ataque.....
Porquê, o filme sobre a D. Rosalina a sair de sua casa, não está completo agora?
- Antes, o filme durava mais uns segundos e via-se um carro preto (ou, pelo menos, escuro) irrompendo após ela passar, galgando o passeio, atrás dela.
QUE CARRO ERA ESSE?
AGORA, NÃO APARECE NA GRAVAÇÃO, PORQUÊ?
às vezes, quando fico assim uma horita sem fazer nada (o que não é todos os dias) abro o portátil e leio o expresso . E lá vou mandando uns palpites aqui e ali....
uma coisa que me deixou perplexa desde o inicio desta estoria mal contada é porque raio de carga de água, um advogado (presumidamente muito pouco escrupuloso e com milhões na sua conta) para se ver livre de uma cliente incómoda , a resolve eliminar com as suas próprias mãos, em vez de contratar quem o faça quando ele estiver a milhas e milhas de distancia com um fantástico e bem preparado alibi que o iilibasse definitivamente e sem espaço para dúvidas do crime ... acho um bocado esquisito alguém com dois dedos de testa meter-se assim num avião para ir ao Brasil eliminar a sua cliente..., e porque certamente não iria no avião com a arma teria de ter conhecimentos suficientes para a ter adquirido lá então e não tinha conhecimentos para encomendar o crime de modo a que nunca pudesse ser incriminado... hmmmm..... ficava ssim sem alibi à mercê de todos????? será que o homem é burro mesmo ou será que foi muito bem tramado????
... tentaria "colar" temporalmente o "timing" da execução da senhora a um encontro da mesma com o seu advogado (DL) para o incriminar! Porque é que ningúem fala nisto? E apenas se diz que é "suspeito" porque a morte ocorreu logo a seguir ao encontro com DL ...
Não estou a querer "ilibar" o senhor que não conheço de lado nenhum mas isto "salta à vista" de qualquer observador mais atento.
Porque é que a mídia insiste em noticiar a proximidade da morte da Senhora com o seu encontro com DL, como é o caso desta notícia do Expresso?!!
Certo, mesmo certo, é que o advogado famoso ficou com seis milhões de euros! 6 000 000 €!!! Escrevo um seis com seis zeros à frente para ver se me entendem! Quanto ao resto são filosofias e eu já não tenho idade nem pachorra para filosofias.
Conhecendo a figura pública que representa uma das partes, o seu historial político e pessoal, não me parece difícil arranjar um suspeito com razão de ser e muito bem fundamentado.
Direi mais o DL, pode estar em maus lençois!
Se Duarte Lima foi quem levou a Senhora ao tal encontro e a deixou junto a um, pelo que ele disse, Honda cinzento não quis saber, como advogado o resultado da provável "entrevista"?
E se a Senhora não apareceu também não quis saber o que lhe aconteceu? Participou a alguém o seu desaparecimento?
Se calhar não quis saber de nada disto porque sabia que tipo de encontro efectivamente seria e qual o resultado do mesmo.
Isto de ir de carro de Belo Horizonte ao Rio, quando podia ter ido directo, está muito mal contado. Será que foi para dar boleia ao assassino? Hummmm.......
Bem.. vou continuar a escrever o roteiro do filme.
(Continuo a dizer o que me aprouver, após a entrevista a Judite de Sousa. Pelo menos faço filmes, que é o que todos estão a fazer, inclusivé ele).