24 de abril de 2014 às 16:39
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Taxa especial fixada em 3,5%

Os trabalhadores dependentes e pensionistas sofrerão uma retenção na fonte à taxa de 50% no subsídio de Natal devido ao novo imposto extraordinário.

O Governo fixou a sobretaxa referente ao imposto extraordinário em 3,5%, sendo equivalente a 50% do subsídio de Natal.

Os contribuintes que aufiram rendimentos da categoria A (trabalho dependente) e de categoria H (pensões) serão sujeitos a retenção na fonte à taxa de 50%, depois de deduzidas as retenções normais de IRS e as contribuições para regimes de proteção social. Além disso só é aplicada sobre o valor que exceda o valor do salário mínimo mensal (€485).

Isto significa que o imposto extraordinário incide sobre 50% do subsídio de Natal líquido, acima do valor do salário mínimo mensal.

As diferenças entre o valor retido e a sobretaxa de 3,5% para cada contribuinte serão alvo de acerto na declaração de IRS relativa a 2011 a tregar na primavera de 2012.

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Pago e empresto?
Em termos claros quer dizer que o governo me "limpa cerca de 70% do salário em vez de 50%.

50% a fundo perdido no subsidio de Natal.

O resto é considerado um empréstimo ao Estado, que depois o irá devolver quando fizer o IRS em 2012 ...lá pela primavera.

A questão a saber é... vai mesmo devolver?

Estes encontram alíneas ou criam forma de fazer tudo isto como se fosse legal e muito preocupados com as famílias e a igualdade social.

Ora....
Sinto uma nova taxa a aproximar-se...
Como prenda de Natal, em 180 segundos:

"Encontrámos um colossal desvio em relação ao desvio colossal que já tínhamos encontrado. Vamos ter de aplicar uma nova taxa e não devolvemos nada.
Desculpem a confusão, mas eu aprendi economia nas Novas Oportunidades."

Sr. Ministro, se quer ser levado a sério, mostre onde vai aplicar o dinheiro.
Afinal, ao que consta, vai conseguir meter nos cofres do estado, o dobro do que inicialmente estimou...
Comentarios, para que???
...E um Governo portugues!!!
Regras e bom senso: precisam-se.
Quando eu estava na Marinha, os cabos acercavam-se do Comandante da unidade dizendo que necessitavam ganhar umas massas e se ele fazia o favor de os deixar fazer um mês de "rancho". O eleito, deveria ter o cuidado de que nada faltasse ao pessoal (entenda-se barriga cheia) e o resto que sobrasse, ele, Comandante, não sabia de nada. Se estas regras não fossem cumpridas, o cabo nem acabava o mês e dava lugar a outro. Os nossos políticos que governam, não têm um Comandante que olhe para as regras, e o pessoal está a passar muita fome.
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