27/05/2012 atualizado às 1:18
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TAP está a negociar exceção ao corte nos subsídios

A companhia aérea procura encontrar com o Governo uma alternativa à eliminação dos subsídios de férias e de Natal.

18:58 Segunda feira, 19 de dezembro de 2011
Presidente da TAP diz que "a vontade é sempre procurar ter o menor custo para os trabalhadores" tendo em conta "as "necessidades da economia do país"
Presidente da TAP diz que "a vontade é sempre procurar ter o menor custo para os trabalhadores" tendo em conta "as "necessidades da economia do país"
Tiago Miranda

A TAP está a negociar com o Governo uma eventual alternativa à eliminação dos subsídios de férias e de Natal, medida prevista no Orçamento do Estado, disse o presidente da transportadora, sem adiantar que solução está em cima da mesa.

"Estamos novamente a conversar com o Governo para ver de que forma podemos adaptar o sistema da TAP a essas novas necessidades [de medidas de austeridade]", afirmou hoje o presidente da companhia aérea, realçando que ainda nada está definido neste momento.

Em declarações aos jornalistas, Fernando Pinto adiantou que "a vontade é sempre procurar ter o menor custo para os trabalhadores e, ao mesmo tempo, adequar às necessidades da economia do país".

O presidente da TAP recordou que, no início do ano, a companhia aérea teve "um problema semelhante", por "não conseguir seguir à risca as orientações do Governo", então liderado por José Sócrates, de reduções salariais nas empresas públicas.

Este ano os funcionários públicos e os trabalhadores do Setor Empresarial do Estado - de modo a ajudar a que as empresas reduzissem os custos operacionais na ordem dos 15 por cento - viram os seus ordenados acima dos 1500 euros diminuir em cinco por cento. A TAP negociou com o Governo um regime de exceção, que permitiu aos trabalhadores da TAP terem cortes nos subsídios em vez de nos salários.

O Orçamento do Estado para 2012 prevê "a eliminação dos subsídios de férias e de Natal para todos os vencimentos dos funcionários da Administração Pública e das empresas públicas acima de mil euros por mês", uma medida com o objetivo de garantir o cumprimento dos acordos internacionais.

 

Lusa
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A paga pelo tratamento de excepção.
JJFF (seguir utilizador), 2 pontos , 21:32 | Segunda feira, 19 de dezembro de 2011
A paga que os trabalhadores da TAP deram ao país pelo tratamento de excepção que receberam, ficando afastados das reduções salariais aplicadas às empresas públicas, foi anunciar greves. Continue-se a dar tratamentos de excepção a "gente mal agradecida".
 
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...a duas velocidades
jose carlos silva (seguir utilizador), 1 ponto , 19:47 | Segunda feira, 19 de dezembro de 2011
Com a previsão de prejuizos agravados relativamente ao ano de 2010, afinal o quê que este tipo quer! Vá para a terra dele.
 
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De excepção em ex...
Palorca (seguir utilizador), 1 ponto , 20:18 | Segunda feira, 19 de dezembro de 2011
De excepção em excepção, e começa a ser furada , mais uma vez a coerência e a justiça da injustiça.
Juizes...Deputados(?) Tap, pensionistas da Banca!
Entretanto os cortes na despesa da mais de 14000 fundações,empresas mais ou menos publicas ,na contratação de gabinetes de advogados ,contratação de BOYS, a mantira dos sucessivos desgovernantes até aos actuais,pelos vistos mantem-se.Tudo em nome do deficet !
Com que aujtoridade MORAL querem impor estas medidas ao resto dos pagantes? Cuidado os barris de polvora estão cada vez mais perto do fogo!
 
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Almofadas para os aviões?
clash (seguir utilizador), 1 ponto , 20:45 | Segunda feira, 19 de dezembro de 2011
Estranho, ainda não apareceram os apoiantes incondicionais de PPC a aplaudir mais uma medida reveladora do grande sentido de justiça social que tem sido seu apanágio.
Espero bem que os trabalhadores da TAP consigam os seus intentos, não só porque é justo, mas fundamentalmente por ser um exemplo a seguir por toda a sociedade. Aliás, a sue tempo será também a vez da CGD e de outros. É só abrir o precedente...
 
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Fraco com os fortes...
turno da meia noite (seguir utilizador), 1 ponto , 22:33 | Segunda feira, 19 de dezembro de 2011
...e forte com os fracos. Esta palhaçada já mete nojo.
 
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Greves
Helder Antunes (seguir utilizador), 1 ponto , 22:55 | Segunda feira, 19 de dezembro de 2011
Pois é.
Fica aqui o exemplo para os "descrentes".
Afinal as greves podem dar e muitas vezes dão frutos.
É preciso é que lhes doa.
Sejas elas feitas por quem se une e tem força que o que era inegociável afinal pode já não ser assim tanto.
Nem pode ser de outra maneira.
 
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Mas que raio???
Carvalho74 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:31 | Terça feira, 20 de dezembro de 2011
Não consigo perceber estas empresas privadas de capitais públicos que para umas coisas, são empresas públicas e o Estado tem que se chegar à frente e para outras, não pode ter o tratamento que o estado.
Cortem o subsídio de Natal tal como nos outros orgãos do estado. O que é que podem fazer? Greves? Despedirem-se e irem para outras empresas?
Que se lixem a todos, a mama tem que acabar e a TAP já sorveu dinheiro a mais e sinceramente não consigo perceber bem a troco de quê...
 
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É uma vergonha
Alberto Teixeira (seguir utilizador), 1 ponto , 12:13 | Terça feira, 20 de dezembro de 2011
Acaba por ser sempre o mais fraco a tramar-se. As excepções criadas no ano passado por exemplo para os funcionários da CGD (cujo banco assumiu um corte na despesa equivalente aos 5% de corte nos salários) acaba por ser efémero, uma vez que, enquanto que no resto da administração pública os salários continuam cortados, no CGD não o estão e este ano, a despesa relativa a reminerações é a mesma que era há 2 anos, antes dos cortes...
No caso da TAP é o mesmo problema. Acaba por haver um corte encapotado de despesa para não cortar nos salários (que no ano transacto até deu origem a um lucro recorde de 60 ou 70 milhões de euros) no entanto este ano, com os salários na mesma, seria necessário proceder ao mesmo corte equivalente na despesa aos 5% dos salários de há 2 anos e juntar a esse corte outro equivalente aos subsídios dos mesmos.
Caso não seja feito e juntando este exemplo aos dos juízes, magistrados do MP, bancários etc, começam a ser excepções a mais para um universo de funcionários do estado ou de empresas públicas.
Não pondo em causa a injustiça da aplicação desta medida para um universo limitado de trabalhadores, não posso deixar de verificar que, mesmo dentro desse grupo mais restrito há filhos e há enteados.
Rica moralidade...
 
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Quem acredita em privilégios na TAP?
Cisneros (seguir utilizador), 1 ponto , 12:29 | Terça feira, 20 de dezembro de 2011
Só quem não está por dentro da situação é que pode pensar que os trabalhadores da TAP não vão contribuir como os outros para a dita "crise" que nenhum trabalhador português criou!
Cortar no salário ou nos subsidios não é a mesma coisa???
Não será apenas uma questão de Administração que vê a vida facilitada e os trabalhadores, afinal, nos subsídios dão a sua quota parte de contribuição para o Estado?

Lembrem-se de dizer tambem que a TAP foi recentemente considerada a melhor Companhia de Aviação Europeia .

Ou acham que as low cost tem alguma comparação com o serviço e qualidade da TAP!!! Eu preferia viajar menos - mas em segurança e com qualidade com Cªs de bandeira como por ex. a TAP do que andar nas low cost - essas sim - por alguma razão - são mais baratas!
 
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Privatize-se, porra!
peixedaprrecefice (seguir utilizador), 1 ponto , 12:53 | Terça feira, 20 de dezembro de 2011
Esta notícia só vem dar razão a quem defende a rápida privatização da TAP.
Porque é que a maiorias dos comentadores deste forum estão contra a privatização da TAP? Porquê?
Privatizada, este seria um assunto privado. Ponto final.
 
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