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Supremo britânico nega recurso de Julian Assange

Ao fundador do WikiLeaks resta apelar a Estrasburgo para não ser extraditado para a Suécia, onde é acusado por delitos sexuais.
El País e agências |
Julian Assange, em fevereiro deste ano
Julian Assange, em fevereiro deste ano / Facundo Arrizabalada/EPA

Os advogados de Julian Assange dispõem apenas de duas semanas para apelar ao Tribunal dos Direitos do Homem, o único que poderá evitar que o fundador do WikiLeaks seja extraditado do Reino Unido para a Suécia, onde vai responder por quatro crimes de agressão e abuso sexual. Se até ao dia 7 de julho não der entrada ao recurso em Estrasburgo, o jornalista e ativista australiano será entregue às autoridades suecas.

Julian Assange está há 555 dias em prisão domiciliária. O apelo a Estrasburgo, já admitido pelos seus advogados, vai ser a última tentativa para evitar a sua extradição para a Suécia. Isto, porque os sete juízes do Supremo Tribuinal britânico recusaram, por unanimidade, o pedido feito pelo ativista para que o processo fosse reaberto no Reino Unido.

Recorde-se que no passado dia 30 de maio, o Supremo Tribunal britânico, por cinco votos contra dois, havia dado luz verde à extradição do fundador do WikiLeaks para a Suécia.

Os advogados de Assange continuam a defender a tese de que a extradição é, de cara, uma escala a uma futura extradição do ativista para os EUA.

Questionado pelo jornal "El País", Jennifer Robinson, membro da equipa de advogados do WikiLeaks, assegura que embora não seja 100% certo que os EUA queiram levar Assange ao banco dos réus, existe um processo, mas a Procuradoria norte-americana não confirma se vai a julgamento ou não.

 


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Uma farsa com 3 comparsas

Os três comparsas:
USA, Reino Unido e Suécia.
A Suécia encarregou-se da armadilha sexual.

E os USA espreitam a oportunidade de se vingarem ...
Maus conselheiros
Julian Assange deveria ter contratado o Dr Vale Azevedo ou o Dr Isaltino Morais. Com advogados de 2º plano está visto que não vai longe!
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Edição Diária 17.Abr.2014

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