22 de maio de 2013 às 18:58
Página Inicial  ⁄  Dossiês  ⁄  Dossies Economia  ⁄  Orçamento do Estado 2012  ⁄  Subsídio de desemprego e doença afinal não vão pagar IRS

Subsídio de desemprego e doença afinal não vão pagar IRS

Primeiro-ministro disse que ao contrário do que está acordado com a 'troika', a maioria das prestações não terá de pagar IRS e que as Instituições Públicas de Solidariedade Social (IPSS) serão protegidas do agravamento fiscal.Clique para visitar o dossiê Orçamento do Estado 2012
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, garantiu hoje que a maioria das prestações sociais, como o subsídio de desemprego, de doença ou de maternidade, estarão isentas de tributação em sede de IRS, ao contrário do acordado com a 'troika'.
Clique para aceder ao índice do dossiê Orçamento do Estado 2012

Numa comunicação ao país que fica marcada pelo anúncio nos cortes no subsídio de natal e de férias dos funcionários públicos e pensionistas, Passos Coelho indicou ainda que, ao contrário do que está acordado com a 'troika', a maioria das prestações não terá de pagar IRS e que as Instituições Públicas de Solidariedade Social (IPSS) serão protegidas do agravamento fiscal.

"Ao contrário do que estava previsto no Programa de Assistência, acautelaremos a fiscalidade das Instituições Públicas de Solidariedade Social e isentaremos de tributação em sede de IRS a maioria das prestações sociais, como, por exemplo, o subsídio de desemprego, de doença ou de maternidade", disse o primeiro-ministro numa declaração sem direito a perguntas a partir do Palácio de São Bento.

No discurso, relativo aos esforços que serão exigidos aos portugueses no próximo Orçamento do Estado para 2012, o primeiro-ministro indicou ainda que a taxa intermédia de IVA sofrerá uma redução considerável no número de bens que a integram, sendo que a reestruturação destas taxas será feita de forma a obter mais receitas que as previstas no acordo com a 'troika'.
Comentários 1 Comentar
ordenar por:
mais votados ▼
medidas de austeridade
o sr primeiro ministro anuncia que os subsídios de cariz social não vão ser tributados em sede de irs, concordo plenamente com esta medida, mas até quando, se os mercados não responderem positivamente as medidas do orçamento, algo que já se nós deparamos, como será daqui para a frente, se o iva aumenta nos bens essências para o máximo, o corte na despesa será de grande envergadura, congelamento de pensões e aumentos, privatizações dos activos do estado, desemprego numa espiral crescente, pouca produtividade, deparamos-nos com uma taxa de importação de 80%, que pior cenário macro-económico existe, sr primeiro ministro acredito que não será fácil atingir a meta de défice inerente a economia portuguesa se medidas de fundo e de extrema dureza para com os nosso concidadãos, espero é que as mesma medidas sejam implementadas para todos os quadrantes da vida activa nacional, não havendo dois pesos duas medidas, não pagarem a crise um pelos outros.
PUB
PUB
Expresso nas Redes
Pub