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Sondagem: Indecisão a dois meses do voto

O empate técnico entre os dois maiores partidos (PS e PSD) e a elevada percentagem dos inquiridos que não sabem ou não respondem (22,8%), a dois meses do acto eleitoral são as principais conclusões do Barómetro de Agosto.
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A elevada percentagem de indecisos no Barómetro de Agosto (22,8% Não Sabem ou Não Respondem), a menos de dois meses das eleições, é um sinal preocupante para os maiores partidos, mais penalizados com a abstenção.

 Outra das conclusões aponta para o empate técnico entre PS e PSD, que volta a repetir-se, mas agora com valores mais próximos dos verificados em Julho. Desta vez O PS, que lidera as intenções de voto, fica apenas a 1,5% (valores em bruto) do PSD. Ambos descem nas intenções de voto, seguindo, de resto, uma tendência apenas quebrada pelo CDS/PP (+1,1%) e pelo BE (+0,4%).

 Com este resultado os pequenos partidos com representação parlamentar assumem maior importância numa solução governativa. Se a direita (PSD e CDS/PP) está longe de um resultado que permita formar governo maioritário, também a esquerda não consegue estabilidade parlamentar apenas com um entendimento a dois, seja PS/BE ou PS/CDU.

Só mesmo uma solução a três (PS, BE e CDU), poderia garantir maioria de deputados. Outra solução seria o bloco central, ainda que contrariada pela tendência dos últimos barómetros.





As melhoras na popularidade do Ministério Público



A Procuradoria-Geral da República e a Magistratura Judicial registam, neste barómetro, uma subida considerável de opiniões positivas por parte dos inquiridos. Para isso podem ter contribuído os recentes desenvolvimentos nos processos BPN e Freeport. Ainda assim continuam com indíces de popularidade negativos, mas mais próximos da avaliação do Governo.

Em matéria de popularidade Cavaco Silva continua a liderar, apesar da quebra registada este mês.

Entre os líderes dos partidos, José Sócrates é o mais bem cotado seguido por Francisco Louçã e Paulo Portas. Mais apreciações positivas do que negativas têm também Jerónimo de Sousa e Manuela Ferreira Leite.






Ficha Técnica

Estudo de Opinião efectuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, de 23 a 28 de Julho de 2009. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores seleccionados e supervisionados, entre as 19 horas e as 22 horas. O Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por Região (Norte - 21,5%; A.M. do Porto - 14,3%; Centro - 29,2%; A.M. de Lisboa - 25,2%; Sul - 9,8%), num total de 1.036 entrevistas validadas. Foram efectuadas 1.233 tentativas de entrevistas e, destas, 197 (16,0%) não aceitaram colaborar Estudo de Opinião. Foram validadas 1.036 entrevistas, correspondendo a 84,0% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo, (Feminino - 52,9%; Masculino - 47,1%) e, no que concerne à faixa etária, (dos 18 aos 30 anos - 21,4%; dos 31 aos 59 - 52,6%; com 60 anos ou mais - 26,0%). O erro máximo da Amostra é de 3,04%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste Estudo de Opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.


Opinião


Multimédia

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

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Comentários 72 Comentar
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mais votados
Como é óbvio, para quem vive na realidade ...
E apesar da maior crise económico-financeira global que practicamente qualquer pessoa em Portugal atravessou durante a sua vida:

- Mesmo após 4 anos debaixo de fogo, Sócrates é o motor do PS, aguentando-se 6% acima do resultado do partido.
    É obra!

- Mesmo beneficiando de 4 anos de "defeso" , Ferreira Leite é o castigo do PSD, arrastando-se 7% abaixo do partido.
      É fado!

Ou de como os interesses que movem os fazedores de notícias e as carpideiras de serviço não é tão eficaz como se pensa.
É uma forma de ler as estatisticas
Re: É uma forma de ler as estatisticas
Era isso mesmo que eu queria demonstrar...
Re: Era isso mesmo que eu queria demonstrar...
melhor do que o positivo...
Não.
Outra coisita
Ainda outra coisita
Indice de popularidade pessoal.
A minha leitura não está de forma alguma correcta.
"Indecisão a dois meses do voto"

Felizmente, os portugueses vão beneficiar de um longo período de reflexão (Agosto) para pensar nas consequências da cruz que vão desenhar no boletim de voto.

Pequena pergunta (i)lógica: não é com uma cruz que os analfabetos assinam?
Re: BRILHANTE!
Meu caro. Essa foi boa. Os analfabetos assinam
A cruzinha do boletim
Re: A cruzinha do boletim
Re: A cruzinha do boletim
Re: A cruzinha do boletim
Re: A cruzinha do boletim
Re: A cruzinha do boletim
Re: A cruzinha do boletim
Pois, pois...
Re: Pois, pois...
Re: Pois, pois...
Com as sondagens desacreditadas...
... O PS vai pensar que, tal como nas Europeias, já perdeu e por isso o PSD pensará que já ganhou. O BE calcula mais , ou 2 pontos percentuais, a CDU acredita que ainda pode ultrapassar o BE e o CDS/PP, claramente crê que chegará aos 12 por cento. E é em função disso que os partidos vão fazer o resto da campanha. Quanto aos resultados reais, espera-se mais uma vitória da Abstenção, PS e PSD vão acabar por ser obrigados a formarem uma qualquer espécie de Bloco Central, a não ser que PS e BE ou PSD e CDS/PP se coliguem. Há ainda uma assustadora possibilidade que PS ou PSD ganhem com maioria relativa (e muito condicionada), que os respectivos programas não passem na Assembleia da República e, finalmente, para nosso claro incómodo e aborrecimento, se realizem novas eleições. Nessa altura iremos votar com maior abstenção e desinteresse e as coisas complicar-se-ão... até à resolução com governos sucessivos a caírem uns atrás dos outros. Para os indecisos, ou seja, para os que nem sequer têm pachorra para dizerem da sua intenção de voto, a apresentação do programa de Governo por parte do PSD pode ser crucial. E será, por ventura, por aí, que esse e outros portugueses se decidirão. MFLeite tem, portanto, que apresentar um programa brilhante ou incorre no risco de perder para o PS... que mal ou bem, pelo menos já se sabe o que quer.
Re: Com as sondagens desacreditadas...
É a isto que chamam informação?
Eu não entendo várias coisas mas já estou habituado.
Cada partido tem 3 valores percentuais
Pelo texto (variações do CDS/PP e BE) entende-se que a menor é a variação.
As outras duas nem se consegue entender o que são, pois a noticia nem lhes faz referência, mas podemos tentar adivinhar que a que tem a fonte maior será a actual e a menor a anterior.
Mas aqui surge um problema: se os indecisos são 22,8%, a soma dos partidos devia ser 77,8%, e nenhuma das somas (das percentagens de maior ou menor fonte) dá esse total.
Se nem sequer se consegue entender o gráfico apresentado, é a isto que chamam informação?
Re: É a isto que chamam informação?
Re: É a isto que chamam informação?
Re: É a isto que chamam informação?
Re: É a isto que chamam informação?
Re: É a isto que chamam informação?
Re: É a isto que chamam informação?
Re: É a isto que chamam informação?
Re: É a isto que chamam informação?
Re: É a isto que chamam informação?
Como vão ser as coligações?
Pelo que vemos quer o PS quer o PSD podem sair vencedores. Era útil que, antes das eleições, eles informassem o País com quem vão fazer as coligações. Assim os eleitores poderiam orientar melhor a sua escolha.
Já lhe digo...
Re: Já lhe digo...
Promessas
Campanha eleitoral = propaganda... promessas e promessas, nenhuma delas para cumprir... isto tanto vale para o PS como para a sua versão a Diesel.
Os outros... tristeza... PP mais do mesmo, PCP, inabalavel como sempre nas teorias da URSS, o BE, manifestamente ainda não tem capacidade para fazer nada (governar), ainda por cima agarrados aquela da "esquerda revolucionaria"....
Mau filme, muito mau... os actores não prestam e o cenario esta mal feito, vê-se mesmo que é cenário....
O que vale é que divertido vai ser... acho que vai ser a campanha mais hilariante que ja alguma vez vi seguida de um desgoverno absoluto. O parlamento provavelmente vai parecer uma discussão de "peixeiras"... so espero que começem a andar "à pancada", tipo parlamento japones ou coreano... vai ser divertido.. pelo menos.
Sondagens
Sondagens, são sondagens. Veja-se o caso das Europeias.
Um dado, porém, parece estar adquirido. José Sócrates, não vai continuar a fazer o que muito bem lhe apetece !
Na hipótese de vencer, vai ter de fazer cedências, coisa a que não está habituado, nem faz parte da sua maneira de ser.
Por isso, não ficaria surpreendido, se no seu lugar. surgisse um António Costa, ou um António José Seguro, por exemplo.
Náo escamoteemos a verdade: dentro do seu próprio Partido, já tem muitas vozes discordantes...
Não é só Manuel Alegre, há muitos mais...
Ou alguém tem dúvidas?
E o País, como fica?

É lamentável que, de um modo geral, quase toda a gente se preocupe com a defesa (até do indefensável) dos seus Partidos.

As coisas chegam ao absurdo de, em muitas situações, o objectivo central passar SÓ por derrubar o actual Governo.

Alternativas, não interessa, depois logo se vê.

Programas eleitorais, para quê. Depois não cumprem nada.

E o mais curioso é que se aposta na queda do actual Governo, tendo em vista colocar no poder um Partido que, há muito poucos anos, deixou um País num estado calamitoso, fez "negócios" inconfessáveis", elevou o defice das contas públicas para números impensáveis e, soube-se há dias, foi o MAIOR despesista dos últimos 20 anos.

Conseguiu tudo isto, SEM crise.

No entanto, no presente, COM crise (e algumas asneiras), as coisas estão quase na mesma mas, como salta à vista da maioria dos comentários, parece que os dois cenários são comparáveis. Não são..

Pessoalmente não tenho CERTEZAS, mas sim muitas DÙVIDAS, que passam pelo seguinte:

- Não sei se, numa conjuntura mais favorável, o actual Primeiro Ministro será a melhor solução para formar um Governo capaz de implementar reformas (que até começou muito bem) e levar o País para melhor condição futura;

- Tenho muito fortes reservas no que toca à capacidade da alternativa (Manuel F. Leite). A Srª. foi Ministra da Educação (fraca) e como Ministra das Finanças, como atrás refiro, foi muito fraca;i

Este é o meu dilema. O que faço?

O que é melhor para Portugal??

Re: E o País, como fica?
Re: E o País, como fica?
Re: E o País, como fica?
Re: E o País, como fica?
intoxicação em curso
adoro estas sondagens... feitas para enganar a malta

o país está um desastre e o Socrates engenheiro e o seu PS continuam sempre na liderança... É A VOLTA Á FRANÇA!

ENFIM...
O fiel da balança
As sondagens não são de fiar. Em junho passado viu-se o que (não) valem. Como sempre, será a zona conzenta do centro que irá determinar qual o vencedor. É o centro cinzento que oscila e se guia por superficiais simpatias ou antipatias momentâneas ou ainda por imediatos interesses ganhos ou prejuizos sofridos. Alguns refugiam-se na inutilidade da extrema esquerda, outros no reaccionarismo da direita egoista e intolerante.
Muito poucos irão atender às políticas de futuro a médio ou longo prazo porque às nossas gentes maioritariamente só lhes interessa o que têm a ganhar ou a perder no imediato. Não têm consciência que a qualidade do futuro se constroi hoje e que essa atitude quase sempre representa sacrifício e privação no presente. Todos protestam contra o baixo nível de vida e culpam sistematicamente a classe política por isso, esquecendo-se que a classe política é sempre um espelho da sociedade civil. Escolhem, regra geral, aqueles que, no presente, mais simpatia exibem e "rebuçados" oferecem e que, por isso mesmo, sacrificam mais sólidos e fundamentais valores e interesses futuros, tanto económicos como sociais. Tal como as crianças apostam no imediato, regendo-se por aparências e pequenas razões. É por isso que, por essa Europa fora, construida com sangue suor e lágrimas para hoje ser mais civilizada, rica e desafogada, olham para o povo português com simpatia, é certo, mas com algum desprezo pelo seu lado irremediavelmente infantil.
Nuno Costa
Sondagens
Sobre empresas de Sondagens, a mais acreditada de todas é a "Católica", para mim, evidentemente.
Por isso aguardo, com alguma curiosidade a próxima sondagem dessa empresa, para então, me sentir mais bem informado.
Tomando como base alguns dados desta sondagem, é muito cedo para tirar conclusões, a não ser a de que não vai haver nenhuma maioria absoluta, nem do PS , nem do PSD ?
O problema, virá a seguir, e não tenham dúvidas de que o Presidente da República, vai ficar com a "batata quente nas mãos"!
Sondagens
Acaba de ser publicada mais uma sondagem, desta vez da empresa Marktest, que igualmente prevê um empate técnico entre os dois maiores partidos.
Quanto aos outros partidos, notam-se diferenças acentuadas.
Com a crise económica que atravessámos, como vai ser governado este País ?
É que eu não vejo qualquer hipótese de coligações, tão extremadas são as posições dos diversos partidos.
Lá terá o Presidente da República, um problema deveras intrincado para enfrentar !
Estes políticos não nos servem. São todos maus!
Não, meus caros. O problema é que esta senhora MFL e este senhor JSócrates não têm capacidade para governar Portugal. Mais grave ainda é que nenhum dos candidatos a primeiro-ministro tem capacidade para o fazer. E atiram a batata quente para as nossas mãos, porque temos que votar em algum deles e eles sabem disso! O problema é que os Partidos não sabem sequer escolher os seus líderes e apresentam-nos smepre um prato de carne e outro de peixe, mas nunca um repasto minimamente decente e que nos "alimente" de forma saudável. Os líderes que nos dão a escolher são totalmente incapazes - e já o demonstraram - de nos governar este país. Não quero mais Sócrates, mas a alternativa não é nada melhor... Não temos políticos à altura em Portual e esse, sim, é o nosso principal problema! Temos de uma vez por todas dizer que nao acreditamos nessa gente e queremos caras novas. Gente arguta, inteligente, sóbria e frugal nas suas decisões mas também gente firme e valente que participe e concorra por amor a Portugal e não por ódio aos outros candidatos!!! O que nos apresentam para votarmos são apenas amostras d epolíticos. Esta gente não nos merece!!!Portual é um bme precioso e uma pérola rara para colocaros na boca destes candidatos rascas que não têm comprovadamente um mínimo de qualidade para governarem. Qualquer um de nós, simples votantes faríamos melhor!!! Este desabafo tem que ser feito e merecer eco junto de todos os portugueses. Os partidos querem é governar Portugal a qualquer preço.
Re: Estes jornalistas não servem. Alguns são maus!
as setas
1- não percebo a razão da sete da CD U estar para baixo e do BE para cima.
2- Se querem votar PS ou PSD façam-no, mas depois não se queixem dos compadrios. negociatas, etc.
Abismo
Caminhamos alegremente para o abismo. Enfim, a próxima legislatura será curta e caótica. E vem na pior altura possível... Mas talvez sirva para o país aprender alguma coisa.
Re: Abismo
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