19 de abril de 2014 às 10:45
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Expresso do meio-dia

"Somos melhores no Excel do que no Powerpoint"

Portugal continua a ser desconhecido na Alemanha, apesar do investimento alemão ser um dos mais estruturantes no país. É preciso saber promover os projetos portugueses para atrair mais empresas. Essa será a chave do sucesso.

Em 2010 os capitais alemães voltaram a liderar o Investimento Direto do Exterior em Portugal, com um total de €6,42 mil milhões, além disso a Alemanha está interessada nas privatizações nacionais.

Muitas empresas como a Autoeuropa, a Mahle e a Groehe são exemplos de sucesso com as equipas de gestão portuguesas a lideraram no desempenho do grupo. Contudo, são vários os projetos portugueses que são desconhecidos na Alemanha, sendo preciso apostar na promoção das empresas no país. Esta foi a principal conclusão do debate Expresso do Meio dia, que se realizou terça-feira no Hotel de Seteais, em Sintra e que contou com a presença de João Paulo Oliveira, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-alemã (CCILA); António Melo Pires, diretor-geral da Autoeuropa; Wolfang Kemper, CEO da Filkemp; António Carvalho, diretor-geral da Groehe; José Paulo Valente, administrador da Mahle e Bernanrdo Meyrelles do souto, General Manager do Deutsche Bank, sucursal em Portugal.

Comentários 13 Comentar
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No que me diz respeito, é verdade!

Sou muito melhor no Excel do que no PowerPoint.

:-))
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Re: No que me diz respeito, é verdade! Ver comentário
Ya
E melhores ainda no facebook.
Pois é
excel e powerpoint.... programas BÁSICOS de tabelas e apresentações ....
pobreza de espirito é que não falta...
deconhecem os verdadeiros programas portanto...
o excel serve para uma mercearia no entanto para uma boa gestão era melhor usar uma base de dados.... e usar um programa á medida para gerir esses dados... isso sim era ser um bom utilizador de computadores... assim parecem um criança toda contente por poder dizer que sabe andar de bicicleta... com rodinhas...
Perguntem pelo Portas!!!
Em München devem saber!!!
Re: Perguntem pelo Portas!!! Ver comentário
Definitivamente!
Sobretudo em dois aspectos:
No sentido figurado, pois não somos grande espingarda em promover os nossos produtos. Muitas vezes temos produtos excelentes, que não ficam atrás dos nossos concorrentes estrangeiros e não somos capazes de transmitir da melhor forma as suas vantagens.
No sentido restrito: a maior parte dos apresentadores não sabe usar o Powerpoint. Ou melhor, sabe usar o Powerpoint, não sabe é fazer apresentações de jeito. A maior parte dos erros cometidos são:
- Demasiada informação. Uma apresentação em PPT não é para ser lida, é para ter as ideias chave, de forma estructurada e cativante para a audiência. As pessoas lêem mais rápido do que falam; isto quer dizer que a audiência consegue ler antes de termos acabado de apresentar. Além disso, distrai-se a ler e não nos ouve.
- Abusam dos efeitos. Esses efeitos são lindos, mas distraem e tornam-se cansativos passado algum tempo.
- Não têm cor suficiente. A cor permite destacar o que queremos dizer e manter a audiência com atenção.

Resumindo os pontos anteriores, a estrela das apresentações devemos ser nós, não o Powerpoint!
Re: Definitivamente! Ver comentário
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Precisamos é de um bom antivírus
Também somos bons no Word, não esquecer que somos um país de poetas e escritores fantásticos, precisamos é de um bom antivírus para a classe politica.
Re: Precisamos é de um bom antivírus Ver comentário
Não só o word, excel ou powerpoint
Nós, portugueses, somos bons, muito bons em muita coisa. A informática não tem segredos e os inventos também não. Talvez os mais recentes, como o "MULTIBANCO" e a "VIA VERDE" não sejam reconhecidos por uma grande parte da nossa gente como produtos nacionais. Mas o certo é que o são, segundo informações a propósito. Somos um povo que nos devemos orgulhar das nossas raízes, da nossa história. Não estamos confinados somente a um pequeno rectângulo de terreno, mas pelo contrário, estamos espalhados por todos os cantos do Mundo. Somos um País de bravos, que nos devemos orgulhar da nossa gente e da nossa história. Que devemos fazer sentir aos nossos governantes que o nosso lugar é aqui, na nossa terra, no nosso País e que quem não estiver à altura de governar um povo assim, quem deve emigrar é aquele que não se sinta capaz de estar à frente de uma Nação como a nossa!
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