20 de maio de 2013 às 14:07
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Soldado que matou militares franceses condenado à morte

Abdul Sabor, de 21 anos, foi condenado por um tribunal militar da prisão de Pul-i-Charki, perto de Cabul.
Lusa

O soldado afegão que matou quatro militares franceses a 20 de janeiro numa base de Kapisa, no Afeganistão, foi condenado à morte, anunciou hoje o Ministério afegão da Defesa.

Abdul Sabor, de 21 anos, foi condenado por um tribunal militar da prisão de Pul-i-Charki, perto de Cabul.

A data da sua execução não foi ainda revelada.

Comentários 12 Comentar
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dois pesos, duas medidas?
Eis um destino que nunca vai acontecer certamente àquele soldado Americano que em Março matou duas famílias (16 pessoas, incluindo mulheres e crianças). Foi retirado rapidamente do Afeganistão e a sua defesa alega que sofreria de transtorno de stress pós-traumático. A pena de morte NÃO ESTÁ A SER CONSIDERADA nesta caso.
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Coitado ! Ele merecia ser ILIBADO !
O man não tem culpa de não gostar dos Franceses , tal como sucede com a MERKEL 1
Pré-história
- Quando a morte é resgatada com a morte, regressa-mos á Pré-historia.
- Sou radicalmente contra a pena de morte mesmo que ela seja aplicada nas sociedades mais violentas. Defendo o prinipio que a justica deve punir para rectificar e nunca punir para eleminar. Este tipo de condenacao pode por vezes acentar num erro juridico que neste tipo de pena é irreparavel.
- Fica a pergunta: em tal situacao quem condena quem condenou e que pena deverá ser aplicada ?
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MATA-SE O HOMEM VINGA-SE O CRIME
Mas, quem garante que o condenado não é um bode espiatório de erros maiores que o possam ter levado a agir assim? E se estiver inocente, condena-se a quê os seus carrascos?
Matar deliberadamente um ser humano, com a protecção de uma qualquer FORMA DE "JUSTIÇA", é condenar a humanidade a permanecer no obscurantismo da irracionalidade. É culpado??? Julgue-se e puna-se num estabelecimento prisional que não lhe dê vida fácil nem mordomias. Mas, mantenha-se a dignidade de o manter vivo, até porque, a morte nunca será uma forma digna de punir socialmente seja quem for.
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