27/05/2012 atualizado às 1:18
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Sócrates e a rua

8:00 Segunda feira, 29 de dezembro de 2008

Há aqui qualquer coisa que não bate certo.

Num dia o Ministério das Finanças ameaça punir os contribuintes a recibo verde que não entregaram uma declaração fantasma com a multa de duzentos e cinquenta euros, referente a dois anos. Num dos quais o Governo ignorou a declaração e não notificou os contribuintes. No dia seguinte, o protesto varre o país, a blogosfera, os jornais, chegando aos partidos da oposição, todos muito enfronhados. E ao terceiro dia, conforme as escrituras, as Finanças retiram a multa e abandonam a iniciativa.

Assim, sem mais. A ver se pega ou não pega. Não pegou? Ok, pensa-se noutra coisa. Esta é a política fiscal do Governo.

Uns dias depois, o próprio ministro das Finanças diz que admite retirar as garantias do Estado aos bancos se continuarem a não emprestar dinheiro às empresas. Espera aí, retirar as garantias aos bancos? Ele disse isto? Não foi ele que disse há pouco tempo que estas garantias serviam para salvar a economia portuguesa da crise e do colapso? E impedir a crise de chegar à economia real? Então, quando o Estado usa o dinheiro dos nossos impostos e do sacrifício colectivo para nos salvar, afinal não foi para nos salvar? E quando criou essas garantias com o nosso dinheiro não cuidou de verificar se os bancos as estavam a usar em proveito colectivo e não em proveito próprio? Não cuidou de sancionar e regulamentar o cheque que lhes passou? Ou foi um cheque em branco?

Suspeitamos que foi um cheque branco. Mais, passado sem utilidade nem benefício público e unicamente para que umas dúzias de milionários possam continuar a ser milionários, levantar o dinheiro das suas contas e preparar-se para uma vida com menos rendimento fácil. Conheço uma ou duas pessoas que tudo o que fizeram calmamente foi levantar o dinheiro e guardá-lo noutro lado, acabados os tempos das vacas gordas. "Noutro lado" significa num banco não português. Para que é que o estado salvou o BPN e o BPP? E para quem? E o BPN, a história interminável de vigarices e falcatruas, só produz um preso e um possível criminoso? Os outros, incluindo o intocável Dias Loureiro, já se explicaram? Não.

Os dias que vêm aí vão ser duros e José Sócrates e o seu Governo navegam à vista, sem se perceber o rumo. Injectam milhões atrás de milhões em instituições que não garantem retorno, e que não o vão dar. E de caminho exploram o contribuinte que não pode fugir ao fisco. O descontentamento ainda mal começou e Sócrates não percebe o sarilho em que está metido ao salvar os ricos em detrimento dos pobres e sobretudo dos remediados, a velha e pobre classe média, ameaçada com mais descontos, taxas, juros do empréstimo da habitação que não descem, aumentos brutais da electricidade, preços da gasolina e do gasóleo que não descem, e uma companhia aérea nacional que pratica preços exorbitantes, muito mais altos do que os da vizinha Iberia, que os portugueses começam a usar para não se sentirem tão explorados. Onde a espanhola Iberia cobra 625 euros para o Brasil a TAP cobra 835 euros. E ainda por cima ameaça com uma greve que põe em causa todos os que circulam entre Portugal e o Brasil e Portugal e África na altura do Natal e do fim do ano, e que são muitos milhares. Para que serve a TAP? Para nos cobrar mais? Para que serve o Estado? Para ser injusto, iníquo e imoral?

Na Grécia, o sr. Caramanlis pediu desculpa pela corrupção. Na França, o sr. Sarkozy continua a dar o dito pelo não dito, num dia é de extrema-esquerda e no outro de extrema-direita. Na América, o inacreditável Bush diz que tem que interferir na economia de mercado para salvar a economia de mercado. O sr. Barroso apela à unidade embora não se saiba bem para que serve a unidade. Como diz Sarkozy, o horizonte tem uma semana.

Tempos destes precisam de grandes homens e grandes chefes e a amostra que temos é a de meia dúzia de indecisos que não sabem o caminho a seguir. Num dia mostra-se a implacabilidade perante os professores, no dia seguinte mostra-se a falibilidade das contribuições e impostos e da sua perseguição aos cidadãos que pagam. Aquela multa seria dos actos mais vergonhosos de extorsão que um Estado pode praticar.

Se este Governo não arrepiar caminho esperam-no surpresas desagradáveis. As sondagens de nada servem quando metade da sociedade portuguesa vive em estado de quase pobreza, quando a desigualdade aumenta de dia para dia, quando as mulheres, as crianças e os velhos são as vítimas da crise, quando os preços continuam a subir, quando os milhões poupados na luta contra o défice e retirados aos contribuintes portugueses servem para salvar banqueiros infames e criminosos que continuam impunes. E ricos.

Neste cenário de desordem social, de que não estamos isentos, o melhor que Sócrates pode pedir à esquerda é que seja civilizada e faça encontros "de ideias" e "de estratégias". O melhor que Sócrates pode ter de Alegre é que ele seja, apenas, o candidato a Presidente da República. Quando a "economia real" perceber o atoleiro em que estamos, perceber para onde foi o seu dinheiro, o que Sócrates vai ter é barricadas e greves, palavras de ordem e protestos. É a rua, isso mesmo. A temível e formidável e perigosa rua. E sobre isso ele nada sabe.

Palavras-chave  opinião, ferreira, clara, alves
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Minha Senhora, D. Clara F. Alves...
user178221 (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 17:34 | Quarta feira, 31 de dezembro de 2008
"Há qualquer coisa que não bate certo?" Por favor... é exactamente o contrário: tudo bate certo... certíssimo.
Basta somarmos cuidadosamente todas as parcelas dos últimos 30 e tal anos neste país para vermos que tudo, agora, bate certo. A começar pela forma como foram dissipados uma boa parte dos muitos milhões dos fundos comunitários que recebemos (nos tempos do "formidável" governo do Prof Cavaco, lembram-se?). E a acabar com a dívida de cada cidadão português ao estrangeiro superior a 14.500 Euros.Grandes mazelas haveria para recordar. Pergunta: não haverá gente capaz, séria, competente e à altura das dificuldades para governar este país? Eu acho que até deve haver. Só que,
1º) o povo não os elegeria, porque é gente que não diz mentiras. E o povo gosta de ouvir vozes com risonhas esperanças, gosta de ver gestos eloquentes e olhares brilhantes. A verdade dói e mete medo.
2º) mesmo que, por absurdo, os elegesse não estariam lá mais que algumas semanas. Logo que começassem os insultos, as calúnias, as intrigas, etc., punham-se logo a andar, porque é gente digna que não consente em ser insultada nem humilhada pela libertinagem da ralé.
Qual ralé? Ela está entranhada em todo o lado: desde muitos jornalistas, aos sindicatos, à classe política, aos poderosos e até ao zé povinho com menos civismo.
São evidentes os sinais de medo que a governação começa a ter da chamada "rua". Porque a "rua", ao fim e ao cabo, tem alguma razão, mas também tem alguma responsabilidade, etc.
 
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Barricadas e Atoleiros
Alfredino Cunha (seguir utilizador), 1 ponto , 17:05 | Terça feira, 30 de dezembro de 2008
Não sei se Sócrates alguma vez terá barricadas na rua. Os portugueses são demasiado mansos e estão mais habituados a resolverem os seus problemas com a emigração em massa ( que já está a acontecer).

As sondagens por enquanto significam muito pouco. Quando 40% dizem abster-se e 25% dizem estar indecisos, significa que os seus resultados se baseiam nas opiniões dos poucos que já sabem o que vão fazer.

Mas quem vai decidir as eleições são os actualmente indecisos e os abstencionistas que deixarão de o ser na hora da verdade.
 
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Uma ou duas pessoas ...
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 17:44 | Terça feira, 30 de dezembro de 2008
"Mais, passado sem utilidade nem benefício público e unicamente para que umas dúzias de milionários possam continuar a ser milionários, levantar o dinheiro das suas contas e preparar-se para uma vida com menos rendimento fácil. Conheço uma ou duas pessoas que tudo o que fizeram calmamente foi levantar o dinheiro e guardá-lo noutro lado, acabados os tempos das vacas gordas. "Noutro lado" significa num banco não português." (fim de citação)

Também eu conheço quem tenha feito o mesmo, mas não era milionário, não tinha as costas quentes como o sr. Pinto Balsemão (é a esse que se refere, não e?), nem colocou o dinheiro em banco estrangeiro.
Foi o meu pai, a quem venderam como Depósito a Prazo uma aplicação de alto risco, na CGD, durante a passagem de Armando Vara e Carlos Santos Ferreira pela instituição. O seu a seus donos; a crise a quem a criou.
 
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    Re: Uma ou duas pessoas ...    Ver comentário
Fala francês (seguir utilizador), 1 ponto , 11:49 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
CFA não sabe do que fala
Bandaranaik (seguir utilizador), 1 ponto , 18:23 | Terça feira, 30 de dezembro de 2008
Precisamos de Clara Ferreira Alves para Salvar o Mundo. Os actuais dirigentes estão todos a ensandecer!

CFA diz que os voos na ibéria são mais baratos do que na TAP! De facto CFA não percebe nada de preços de voos; não sabe que tanto pode encontrar um voo quase gratuito na Ibéria, como o pode encontrar exageradamente caro na mesma Ibéria, idem para a TAP.

Logo CFA, não percebe de coisa nenhuma! Está a sugerir a rua como na Grécia. Há muitos loucos em Portugal, que estão desvairadamente ansiosos para que ocorra sangue e destruição. Será que não vão ter uma oportunidade no próximo ano para votarem no Jerónimo, no Portas, no Louçã ou na Manuela? Ou no Poeta Alegre?

 
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    Re: CFA não sabe do que fala.Será?    Ver comentário
Jaime V. (seguir utilizador), 1 ponto , 10:27 | Quarta feira, 31 de dezembro de 2008
    Aconselho-o a Ir ao Psiquiatra    Ver comentário
Bandaranaik (seguir utilizador), 1 ponto , 11:37 | Quarta feira, 31 de dezembro de 2008
Na política só mudam as moscas!
Cruzadas (seguir utilizador), 1 ponto , 19:23 | Terça feira, 30 de dezembro de 2008
Era o teu Soarezinho é que safava isto não era, oh Clara? Era de um Soarezinho é que nós precisávamos para colocar isto na ordem!!! Ou...espera lá, ele não tem grande responsabilidade na poia em que este país se tornou? O Soarezinho? O teu Soarezinho? Não pode! Devo estar a fazer uma valente confusão...

 
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Valha-nos Deus!
userEX113852 (seguir utilizador), 1 ponto , 22:20 | Terça feira, 30 de dezembro de 2008
Não compreendo o desespero desta de senhora e de outros palermas a sugerirem aos portugueses e a apelarem de forma indirecta para atitudes arruaceiras.

Trabalho numa empresa onde em Novembro éramos 20; entraram mais quatro em Dezembro, passamos a ser 24, em todo o ano houve um despedimento, tinha que ser feito. Dia 29 de Novembro todos recebemos ao mesmo tempo o Salário Mensal e o Subsídio de Natal; dia 19 de Dezembro, dia do Jantar de Natal da Empresa, foi pago a toda a gente o Salário de Dezembro.

Arruaça para que?

Na nossa empresa respira-se em ambiente saudável! Em Portugal há Paz, graças a Deus!

Os apelos à guerra são absolutamente dispensáveis. Ele há pessoas que em vez de serem colunistas, deveriam ir para o manicómio.

Valha-te Deus Clara Ferreira Alves!
 
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    Re: Valha-nos Deus! Valha-te deus!...    Ver comentário
Jaime V. (seguir utilizador), 1 ponto , 10:41 | Quarta feira, 31 de dezembro de 2008
    Re: Valha-nos Deus!    Ver comentário
Annia (seguir utilizador), 1 ponto , 17:35 | Quarta feira, 31 de dezembro de 2008
    Barriga cheia    Ver comentário
aitus (seguir utilizador), 1 ponto , 18:15 | Sexta feira, 2 de janeiro de 2009
    ´Tu próprio és uma vergonha    Ver comentário
userEX113852 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:37 | Segunda feira, 5 de janeiro de 2009
    Cuidado    Ver comentário
aitus (seguir utilizador), 1 ponto , 9:59 | Segunda feira, 5 de janeiro de 2009
    Nunca culparei ninguém pelos Meus erros!    Ver comentário
userEX113852 (seguir utilizador), 1 ponto , 10:57 | Segunda feira, 5 de janeiro de 2009
Mais respeito por esta senhora, sff
carla c (seguir utilizador), 1 ponto , 14:31 | Quarta feira, 31 de dezembro de 2008
É incrível como quando se diz grandes verdades como as que esta Senhora diz nesta coluna se é insultado de uma forma atroz. Aos autores: mais tento na língua. Não sabem o que é viver na miséria nem querem saber. Do cimo das suas gordas barrigas.
Ao senhor que quer fazer da sua empresa um exemplo do país que temos: for favor respeite os que se vêem sem nada a que se agarrar neste país seco, seco, seco. Olhe, estava capaz de lhe dizer que tenha mais juízo, para não ofender tanto.
 
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Saber da rua
red scorpius (seguir utilizador), 1 ponto , 15:00 | Quarta feira, 31 de dezembro de 2008
CFA deve perceber muito de rua ao ponto de dizer, definitiva, que Sócrates não percebe nada de rua.

Será mesmo ela a pessoa que pecebe a rua?

Ou, pelo menos, poderá ela indicar o "profeta" que domina a rua?

Ou será mais uma voz (com qualidade intelectual, indiscutivelmente) a dizer o que outros dizem de uma forma menos estética?

 
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Sª. D. Clara...
user178221 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:38 | Quarta feira, 31 de dezembro de 2008
"Há qualquer coisa que não bate certo?" Por favor... é exactamente o contrário: tudo bate certo... certíssimo.
Basta somarmos cuidadosamente todas as parcelas dos últimos 30 e tal anos neste país para vermos que tudo, agora, bate certo. A começar pela forma como foram dissipados uma boa parte dos muitos milhões dos fundos comunitários que recebemos (nos tempos do "formidável" governo do Prof Cavaco, lembram-se?). E a acabar com a dívida de cada cidadão português ao estrangeiro superior a 14.500 Euros.Grandes mazelas haveria para recordar. Pergunta: não haverá gente capaz, séria, competente e à altura das dificuldades para governar este país? Eu acho que até deve haver. Só que,
1º) o povo não os elegeria, porque é gente que não diz mentiras. E o povo gosta de ouvir vozes com risonhas esperanças, gosta de ver gestos eloquentes e olhares brilhantes. A verdade dói e mete medo.
2º) mesmo que, por absurdo, os elegesse não estariam lá mais que algumas semanas. Logo que começassem os insultos, as calúnias, as intrigas, etc., punham-se logo a andar, porque é gente digna que não consente em ser insultada nem humilhada pela libertinagem da ralé.
Qual ralé? Ela está entranhada em todo o lado: desde muitos jornalistas, aos sindicatos, à classe política, aos poderosos e até ao zé povinho com menos civismo.
São evidentes os sinais de medo que a governação começa a ter da chamada "rua". Porque a "rua", ao fim e ao cabo, tem alguma razão, mas também tem alguma responsabilidade, etc.
 
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Andamos distraídos
sacristão (seguir utilizador), 1 ponto , 17:56 | Quarta feira, 31 de dezembro de 2008
Falamos em "paz" sem percebermos que aquilo a que chamamos "tempo de paz" é o período em que vão germinando as causas da "guerra" que nada mais é que a "bomba" que se vai formando no tempo "da paz".
Criticamos os "ricos" mas queremos para nós a riqueza dos ricos e não a pobreza dos pobres e, "distraídamente", não vemos que emendar o conceito de riqueza é a única forma de acabar não só com a miséria mas também com as desigualdades sociais.
 
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Lebram-se da Promessa de há 4 anos?
E o burro sou eu? (seguir utilizador), 1 ponto , 12:20 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Já ninguém se deve lembrar mas há 4 anos o Eng. (curso tirado por correspondência) José Socrates fez uma promessa que tem vindo a cumprir ao longo deste tempo. Se ninguém se lembra vejam em http://www.youtube.com/wa...
o que ele disse e vejam se realmente eu não tenho razão.
Portugueses acordem e não cometam o mesmo erro 2 vezes. Eu cometi há 4 anos, mas desta vez já não o farei...
 
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    Sr. "Burro" (ainda tem dúvidas?)    Ver comentário
user178221 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:10 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Clara Ferreira Alves mudou de opinião ?
ANO1933 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:22 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Dado que sempre a considerei muito próxima do PS,
não deixo de estranhar este seu artigo!
Não foi Mário Soares que em tempos afirmou que só
os burros não mudam de opinião ?
Achei o seu artigo muito incisivo, clarificador e abordou
temas, que só José Sócrates e Teixeira dos Santos não viram porque estavam a viver num país diferente!
Estes dois governantes, desdizem-se, dia sim dia não!
Aquela dos recibos verdes é própria de políticos imaturos
e que não connhecem o "terreno". Metem-se em atalhos e acabam em trabalhos!
Foi mais uma trapalhada deste Governo, que o que lhe vale é ter uma comunicação social "adormecida", mas
que às vezes lá "ACORDA", como foi este escrito de Clara Ferreira Alves

 
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Robin dos Bosques
albatrosanish (seguir utilizador), 1 ponto , 23:47 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Eu fui multado por não ter informado o fisco daquilo que o fisco já sabia. Com receio de vir a ter o orçamento familiar penhorado, paguei a multa numa manhã...à noite ouvi na rádio que afinal já não era necessário...continuo á espera da devolução.

Por favor...
alguém me diga onde está a pessoa de bem do Estado!?

E também por favor...
alguém diga ao Senhor que o Robin dos Bosques roubava aos ricos para dar aos pobres e não o contrário!
 
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O Poder do Voto
albatrosanish (seguir utilizador), 1 ponto , 0:12 | Sexta feira, 2 de janeiro de 2009
Tal como uma Hola! mexicana, novo frenesi eleitoral se aproxima.
Mais uma vez vamos escolher entre a social democracia e o socialismo democrático, até mesmo o diabo já verificou que são a mesma coisa.
Por fim o Poder ficará nas mãos dos mesmos de sempre...nos ratos do porão que, independentemente de quem está no convés, enchem constantemente a dispensa dos seus interesses privados.
 
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Sócrates Grande Amigo
Joao Cruz (seguir utilizador), 1 ponto , 2:11 | Sexta feira, 2 de janeiro de 2009
Sócrates Amigo desafio-te a dares meio litro de sangue.
O único primeiro ministro a dar sangue em todo o Mundo.
Y E S
 
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