"Nunca foram capazes de aceitar uma derrota eleitoral", disse Sócrates, que qualificou o PSD como "um partido ressentido". "E um partido ressentido não está à altura do momento", acrescentou.
Sócrates falava em Matosinhos, num almoço que juntou mais de 2000 pessoas. Antes dele discursaram Guilherme Pinto, o presidente da Câmara, que também assestou baterias sobre o PSD, que rebatizou de "partido do Não-É-Bem-Assim". Seguiu-se-lhe Francisco Assis, que também não poupou o principal adversário dos socialistas.
O PSD "pretende aproveitar a boleia desta crise para pôr em causa avanços entretanto conseguidos", acusou o ainda líder parlamentar do PS e cabeça de lista pelo Porto, que preferiu rematar a sua intervenção enfatizando "o ambiente de esperança" que diz sentir entre os socialistas nesta entrada na segunda semana de campanha: "Estou plenamente convencido de que estamos a dar a volta", afirmou. "Os que achavam que esta campanha era uma espécie de crónica de uma derrota anunciada enganaram-se redondamente", concluiu.