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Sociedade

Uber promete um milhão de postos de trabalho para mulheres motoristas

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A polémica aplicação de telemóvel para taxis 'alternativos, anuncia a criação de empregos para mulheres motoristas até 2020. O projeto é apoiado pelas Nações Unidas, apesar de o nome da Uber ter estado associado a um caso de violação na Índia.

A Uber, a aplicação que permite chamar 'táxis alternativos' por telemóvel, promete criar um milhão de postos de trabalho para mulheres motoristas nos próximos cinco anos. O anúncio, feito em parceria com a ONU, foi feito no dia em que se assinala o 20º aniversário da Declaração de Pequim, e é um 'volte face' no nome da polémica aplicação que já foi banida em Nova Deli, na Índia, devido a um caso de violação.

Sem dar detalhes de como a medida será pormovida, ONU e Uber apenas adiantam, para já, que o trabalho será feito em programas nas comunidades locais onde a plataforma já funciona.

"Estamos ansiosos para que esta parceria entre as Nações Unidas e a Uber crie maior igualdade de oportunidades", lê-se no comunicado de imprensa assinado por Phumzile Mlambo-Ngcuka, presidente da ONU Mulheres, e Travis Kalanick, CEO da Uber. 

A Uber, uma start up que permite aos clientes chamarem através de uma aplicação de telemóvel um carro para se deslocarem, tem estado envolvida em polémicas nos países onde entrou. O caso mais marcante foi o de uma jovem indiana que acusou um motorista da Uber de violação.

Tem havido contestações dos taxistas oficiais, e em Portugal chegaram a avançar com uma providência cautelar.