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Só 1% dos bebés nasce fora das unidades de saúde

A ilha do Corvo só teve três nascimentos em 2013, seguida do munícipio Lajes das Flores, com seis. No continente, o município de Alcoutim é o que regista menos nascimentos, com apenas sete

José Ventura

A região de Lisboa bateu o recorde de nascimentos em 2013. E o Norte é a zona onde mais crianças vêm ao mundo fora dos hospitais e maternidades.

Manuela Goucha Soares com Lusa

Um total de 792 crianças, dos mais de 81 mil nascimentos registados em Portugal em 2013, nasceram fora de estabelecimentos de saúde, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta sexta-feira.

A cidade de Lisboa foi o município que mais nascimentos registou em 2013 (5265), seguida de Sintra (3553) e Vila Nova de Gaia (2414). Logo depois, nos concelhos com maior número de nascimentos, surgem Loures (2069), Cascais (1969) e Porto (1829).

Dos 81.737 nascimentos registados em 2013, 602 ocorreram no domicílio e 190 noutros locais não indicados. A região norte - a segunda do país com mais nascimentos registados (26.339) depois de Lisboa (26.811) - foi aquela em que mais crianças nasceram fora de hospitais e maternidades: 190 ao domicílio e 67 em locais não indicados, cerca de 1% do total de nascimentos.

Já a zona centro registou 15.535 partos (165 fora de unidades de saúde), o Alentejo 5240 nascimentos (52 em casa e outros locais) e o Algarve 3676 (39).

Nos Açores, o número de partos ascendeu aos 2137 (26 no domicílio e outros locais) e na Madeira 21 crianças nasceram fora de estabelecimentos de saúde, para um total de partos de 1817.

A ilha do Corvo, nos Açores, só teve três nascimentos em 2013, seguida do munícipio Lajes das Flores, com seis. No território continental, o município de Alcoutim, no interior algarvio, é o que regista menos nascimentos, com apenas sete bebés em 2013.