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Salazar: o déspota

A letra de Salazar não pode ser mais igual ao próprio Salazar. Segundo a grafóloga Margarida Barros Rodrigues tudo na caligrafia de Salazar revela um déspota, um homem que espera dos outros submissão, em suma: alguém que veste a pele do chefe em toda a sua plenitude, doa a quem doer.

A assinatura mostra um homem que se considerava chamado a um destino fora do normal, a deixar a sua marca e por isso é o apelido "Salazar" que surge destacado.

O prolongamento das letras para cima mostra um homem orgulhoso e os "a" e "e" pequenos revelam dificuldade de expressão no plano afectivo. É uma escrita a grande velocidade (acentos fora do sítio) e com grande pressão, o que demonstra uma acentuada força vital. O temperamento é bilioso.