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Há greve geral esta sexta-feira

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Greve geral da função pública é convocada pela CGTP e pela UDP e os sindicatoss esperam paralisar todos os serviços, incluindo hospitais, escolas, tribunais, centros de saúde e câmaras municipais.

Contra a "política de empobrecimento", em "defesa do trabalho com direitos" e pelo fim dos CEI (Contratos Emprego Inserção), contra os cortes salariais e por aumentos salariais (que os trabalhadores da função pública não têm desde 2009), a greve geral desta sexta-feira, esperam os sindicatos, terá grande adesão e repercussões de monta nos vários sectores dos serviços públicos.

As duas centrais sindicais que convocam a greve, CGTP e UGT, querem que os trabalhadores deem prova do seu descontentamento face às medidas tomadas pelo Governo. A greve é ainda "em defesa" do Serviço Nacional de Saúde (SNS), da escola pública, da Segurança Social pública, da justiça, contra o encerramento e privatização de serviços públicos.

A greve geral da função pública é convocada pelos sindicatos da função pública e também por professores e funcionários das escolas, médicos, enfermeiros e trabalhadores da administração local.

Em comunicado, a Fenprof faz apelo à participação dos seus associados alegando que são inconcebíveis cortes salariais de pensões e congelamento de carreiras, mas também "a municipalização, mobilidade especial, Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades, despedimentos, injustiças várias nos concursos e horários de trabalho cada vez mais sufocantes".

A Federação dos Médicos faz o mesmo apelo, bem como todos os sindicatos de serviços públicos.

Todos esperam grande adesão e repercussões de monta nos diferentes sectores dos serviços públicos.