Siga-nos

Perfil

Expresso

Sociedade

Greve sem efeitos no funcionamento da Estradas de Portugal

  • 333

Empresa refere em comunicado que o impacto da paralisação na atividade da empresa "é nulo", encontrando-se todos os serviços a funcionar na sua plenitude, nomeadamente o Centro de Controlo de Tráfego e as Unidades Móveis, "que durante toda a noite patrulharam as estradas, prestaram assistência aos automobilistas".

O impacto da greve de 24 horas dos trabalhadores da Estradas de Portugal (EP) "é nulo" e, ao início da manhã, estavam todos os serviços a funcionar, nomeadamente o Centro de Controlo de Tráfego, adianta uma fonte da empresa.



Em comunicado enviado ao início da manhã, a EP informa que o impacto da greve na atividade da empresa é nulo, encontrando-se todos os serviços a funcionar na sua plenitude, nomeadamente o Centro de Controlo de Tráfego, que "continua a prestar todas as informações de trânsito aos seus clientes e as Unidades Móveis, que durante toda a noite patrulharam as estradas, prestaram assistência aos automobilistas".



A greve nos trabalhadores da EP foi convocada pela Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, para a fazer coincidir com "a luta" dos trabalhadores da Refer, que também paralisam esta quinta-feira.



A agência Lusa tentou, sem sucesso, obter informações sobre a adesão à greve junto da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas Sociais.



A greve desta quinta-feira abrange trabalhadores de cinco empresas - CP, CP Carga, Refer, EMEF e Estradas de Portugal (EP) - que contestam a privatização da CP Carga e da empresa de manutenção ferroviária, a fusão da EP com a Refer e a concessão de linhas da CP.