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Exposição da E até domingo

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A Fundação Arpad Szenes/Vieira da Silva acolhe até domingo a exposição que recolhe os melhores contributos de um desafio lançado pelo Expresso a figuras públicas, colaboradores e leitores. A exposição pode ser visitadas das 10h00 às 18h00.

Em janeiro deste ano, para anunciar o lançamento da nova Revista E do Expresso, convidámos um conjunto de figuras públicas a trazerem os seus mundos, valores e expectativas para um trabalho criativo de interpretação da letra E.

São 12 fotos, 12 universos tão diferentes quanto as áreas em que se notabilizaram. Francisco Pinto Balsemão, o fundador do jornal, faz-se acompanhar de diretores do jornal para desenharem um E. José Avillez senta-nos à mesa e compõe um E com empadas. Joana Vasconcelos põe toda a portugalidade numa letra. José Luís Peixoto volta aos bancos da escola, à essência da aprendizagem do alfabeto. Catarina Wallenstein escolheu a claquete. Hugo Makarov desenhou a letra na pele. Ana Sofia escreve-a no ventre. Vhils escavou-a a escopo e martelo numa parede, camada por camada. Frederico Morais usou a areia e a água do mar, que surfa. Carminho celebra o fado com as guitarras portuguesas. José Tolentino Mendonça leva-nos a uma viagem ecuménica pelos livros sagrados e Miguel Sousa Tavares transporta-nos até às areias quentes do deserto.

Os leitores não puderam ficar de fora. Convidados a celebrar com o Expresso o nascimento deste novo projeto, surgiram mais E, trouxeram dezenas de outras reinvenções de uma letra. O melhor mesmo é passar pelo Museu Vieira da Silva, no Jardim das Amoreiras, em Lisboa, até domingo para poder ver todas as declinações do E.