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Arquitetos desenham para o Expresso cidades do futuro

A proposta de Camilo Rebelo para o Porto. A zona de intervenção foi colorida pelo Expresso, para colocar em relevo a área da remodelação proposta para a zona ribeirinha

Quatro arquitetos de Lisboa e outros tantos do Porto responderam ao desafio do Expresso, desenhando novos equipamentos urbanos para as respetivas cidades num horizonte de 40 anos.

De uma nova travessia do Tejo a um cais para o Porto, de uma ópera a um crematório, são variadas as propostas que oito arquitetos elaboraram a pedido do Expresso.

No próximo sábado publicamos as duas primeiras. Para o Porto, Camilo Rebelo propõe a construção de um cais para a cidade, com a criação de uma praça ribeirinha em Miragaia e de um Centro de Conhecimento do Vinho. Camilo Rebelo recebeu vários prémios, entre os quais o do concurso internacional para o Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Coa, e leccionou em várias faculdades europeias.

Para Lisboa é proposta uma nova ponte sobre o Tejo, a sul da 25 de Abril, que colocaria o Mar da Palha no epicentro da grande metrópole lisboeta. O autor é Ricardo Bak Gordon, autor, entre outras obras, do premiado projeto "Casas de Santa Isabel" e da proposta para o novo Museu dos Coches de Lisboa. Bak Gordon representou Portugal na Bienal de Veneza em 2010 e 2012 e foi o autor dos pavilhões nacionais na Expozaragoza 2008 e Bienal de São Paulo 2007.

Na edição seguinte da Revista (a de dia 21), João Pedro Serôdio desenha um novo mercado para Campanhã e um novo aproveitamente do metro do Porto e Pedro Reis propõe uma surpreendente mediateca para Lisboa.

No dia 29, a dupla Cristina Guedes/Francisco Vieira de Campos estuda o reaproveitamento do Silo Auto, no Porto, e Manuel Aires Mateus propõe-se recuperar o imaginário da Ópera do Tejo, em Lisboa.

A concluir, na edição de 4 de janeiro da Revista, Eduardo Souto de Moura desenha um crematório para a zona das Fontaínhas, no Porto. Para Lisboa, Carrilho da Graça imagina um auditório ao ar livre no Castelo de São Jorge.