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Apple Watch. Vamos poder falar com ele, mas comprá-lo em Portugal só mais tarde

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Apple

Com preços a partir de 349 dólares (a conversão para euros costuma ser direta - €349), o muito aguardado relógio da Apple vai começar a ser comercializado a partir de 24 de abril. Portugal não está entre os primeiros países a recebê-lo. Nota: a versão de luxo dava para comprar mais do que um carro decente em segunda mão.

Alemanha, França e Reino Unido são os locais da Europa onde será possível comprar um Apple Watch a partir de 24 de abril. No total são nove os países onde o novo gadget da marca da maçã começará a ser comercializado (Portugal não está incluído nesta primeira fase de lançamento), com preços a partir dos 349 dólares, segundo referiu o CEO Tim Cook, na apresentação desta segunda-feira.

Não foi referido quanto vai custar na Europa, mas a empresa tem como prática habitual fazer uma conversão direta de dólares para euros. A verificar-se, significa que o relógio começa nos €349.

Robert Galbraith/Reuters

Os preços da mais acessível das três coleções do Apple Watch, a coleção desportiva, variam entre 349 e 399 dólares (para o tamanho mais pequeno e para o maior), na coleção normal vão de 549 e 1099 dólares e na edição de luxo começam a a partir de 10 mil dólares. A Apple vai começar a receber pré-encomendas a 10 de abril.

"É o dispositivo mais personalizado que já criámos: não está apenas consigo, está em si", afirmou Tim Cook na apresentação final do produto, cujas primeiras características haviam sido reveladas em setembro do ano passado.

Funcionando emparelhado com um iPhone, será possível falar ao telefone através do relógio de pulso ou obter inúmeras informações da Internet.

Robert Galbraith/Reuters

O relógio está também preparado para reagir a comandos de voz. Falando com o aparelho podem-se solicitar informações que serão apresentadas automaticamente, dar comandos ou criar alertas para tarefas a realizar posteriormente.

Conforme já se sabia, o Apple Watch vai monitorizar diversos dados da atividade física do utilizador e alertá-lo, por exemplo, quando está há demasiado tempo sentado. Além de medir a sua pulsação cardíaca, poderá enviar a vibração correspondente a esses batimentos para outra pessoa que também tenha um Apple Watch.

Outra das "gracinhas" de interação que os relógios vão permitir é fazer e enviar desenhos tocando no seu mostrador sensível ao toque e enviá-los para outro portador de um Apple Watch.

Numa perspetiva mais prática e vital para o seu funcionamento, 18 horas é o tempo de autonomia que as suas baterias vão permitir.

Kayâ Nietfeld/EPA

Está também previsto que colocando simplesmente o relógio junto a scanners seja possível efetuar pagamentos, abrir portas de hotéis ou dar os dados de identificação do seu utilizador à entrada de aeroportos preparados para tal.