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Anish Kapoor: “O sublime é a combinação entre medo e beleza”

AFP

É um nome maior da escultura atual. Imagina e cria no papel objetos que não existem. São trabalhos gigantes, trabalhos à escala humana também. Uma obra que espanta o mundo que o aplaude em qualquer continente. É indiano, tem 64 anos e naturalizou-se inglês. Vive em Londres há 50 anos. Homem metódico, não falta um dia ao ateliê, onde os seus esquissos se tornam reais. São parte de um trabalho que obedece a uma filosofia artística descoberta há mais de 30 anos, mas que nos situa sempre num futuro desconhecido. O que faz, diz, são não-objetos. Esculpe ilusões. Muitas delas estão em Serralves desde ontem para que o público as frua e com elas “negoceie”.

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