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PGR confirma: incêndios de Pedrógão fazem dez arguidos

nuno botelho

Neste momento, o Ministério Público já ouviu duas centenas de pessoas na investigação às causas dos fogos da zona centro em junho do ano passado. Acusação deverá estar fechada em agosto

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Editor de Sociedade

Investigação do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Leiria às causas dos incêndios que ocorreram na zona centro em junho de 2017 deverá estar concluída em agosto.

Uma nota emitida pelo Ministério Público vem confirmar a notícia do Expresso da existência de mais três arguidos no caso. Ao total, existem agora dez suspeitos formais, todos pessoas singulares.

No âmbito deste inquérito foram realizadas "inúmeras diligências", sobretudo "de carácter pericial". Foram ouvidas pelo DIAP de Coimbra e pela PJ "mais de duas centenas de testemunhas".

Constituíram-se como assistentes no processo 12 pessoas.

"As diligências prosseguem, encontrando-se o inquérito em estado avançado de investigação, sendo previsível a conclusão do mesmo no prazo de dois meses", pode ler-se ainda na nota do MP.

  • Processo do incêndio de Pedrógão tem mais três arguidos

    Número total de arguidos sobe para os dez. Margarida Gonçalves, da Proteção Civil de Pedrógão Grande; José Graça, vice-presidente da Câmara de Pedrógão, e António Castanheira, também da Câmara, são os novos arguidos. Investigação dura há um ano e está a entrar na reta final