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Parque das Nações atraíu 31 mil moradores e criou 30 mil empregos desde a Expo 98

Maria Castro e a filha Inês, que cresceu no Parque das Nações, adoram viver num apartamento com vista para o Tejo perto da Torre Vasco da Gama

Vinte anos depois da grande exposição internacional sobre os oceanos, o Parque das Nações afirma-se como a freguesia mais dinâmica de Lisboa e continua a crescer com ambição

Virgílio Azevedo

Virgílio Azevedo

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Redator Principal

Nuno Botelho

Nuno Botelho

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Fotojornalista

Já conseguiu atrair 31 mil moradores e criar 30 mil empregos. E tem a maior concentração de sedes de empresas do país. Vinte anos depois da Expo 98, que se celebram a 22 de maio com várias iniciativas, o Parque das Nações é uma cidade dentro da cidade, porque tem tudo: escolas, farmácias, hospital, lojas, centro comercial, empresas, cinemas, teatro, espaços verdes, cultura, lazer. E quem lá vive e trabalha não troca o Parque por outra zona de Lisboa.

Porque tem a serenidade e a calma do Tejo, espaços verdes que ocupam 20% da sua área, habitação e edifícios de escritório de qualidade, ambiente de bairro, segurança e ícones arquitetónicos que marcam a paisagem de uma forma única, como a Gare do Oriente, o Oceanário, o pavilhão Altice Arena, a Ponte Vasco da Gama, as Torres de S. Rafael e S. Gabriel, o Pavilhão de Portugal ou a Torre Vasco da Gama/Hotel Myriad.

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