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Partilhámos os dias e as refeições com uma família síria no Líbano

Zoryana Ivchenko

Para se verem, os Masris têm de se encontrar no Líbano. Com eles, vimos o que acontece quando um país recebe 1,5 milhões de refugiados — ou seja, um quarto da sua população. Há medo. De quem chega e de quem já cá vivia

FRANCISCA GORJÃO HENRIQUES (JORNALISTA E PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO PÃO A PÃo)

As fronteiras libanesas fecharam-se para os sírios em 2015. O Governo não criou uma política de acolhimento, mas desde o início do conflito que cerca de 1,5 milhões de sírios se refugiaram no país. Em Beirute, onde famílias inteiras se passeiam, festas de casamento irrompem pelo passeio, crianças exibem os seus brinquedos e adultos fazem jogging, a realidade parece ficar lá atrás. Há sabor a férias na marginal de Beirute e também nas esplanadas de frente para a marina, onde é proibido pisar a relva e fazer piqueniques.

Com Reem e a mãe visitámos o palácio de Beiteddine, a cidade medieval de Byblos, as grutas (encerradas para obras) de Jeida e os souks animados de Saidon.

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