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Comboio intercidades descarrila na linha da Beira Alta sem fazer feridos

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O descarrilamento aconteceu à entrada do túnel do Coval, em Mortágua, provocado por um deslizamento de terras. A CP assegura ligações de autocarro na linha da Beira Alta afectada pelo acidente. Não há feridos. Infraestruturas de Portugal está a proceder aos trabalhos de reparação, mas não faz previsões sobre o tempo necessário para normalizar a circulação de comboios.

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Com Lusa

Um comboio intercidades que fazia a ligação de Guarda para Lisboa com 89 pessoas a bordo descarrilou hoje em Mortágua, não havendo feridos a registar, segundo informação da proteção civil e da empresa CP. O comboio, atingido por um deslizamento de terras, não chegou a tombar, segundo a relações públicas da CP disse ao Expresso e os passageiros já estão a ser encaminhados para autocarros, onde seguirão para Lisboa. Não há hora prevista para o reestabelecimento da circulação rodoviária.

O descarrilamento aconteceu pelas 8:40 à entrada do túnel do Coval, em Mortágua, já depois da paragem em Santa Comba Dão, segundo as mesmas fontes. A bordo seguiam 87 passageiros e duas pessoas da tripulação (maquinista e revisor), não havendo feridos, disse fonte oficial da CP - Comboios de Portugal.

O descarrilamento foi da locomotiva e das duas primeiras carruagens e os passageiros já estão a ser retirados do comboio para prosseguirem a sua viagem até Lisboa através de autocarros alugados pela CP.

Segundo Ana Portela, porta-voz da CP, até ser reestabelecida a circulação normal de comboios naquela zona, a empresa assegurará o transbordo rodoviário de passageiros entre Coimbra B e Santa Comba Dão. As ligações regionais serão feitas também por autocarro entre Mortágua e Santa Comba Dão.

Os trabalhos na linha rodoviária ficam, agora, a cargo da Infraestruturas de Portugal (IP) não tendo a CP neste momento previsão de quando será normalizada a circulação de comboios na linha da Beira Alta. O porta-voz da IP, Pedro Ramos confirmou ao Expresso que está já a caminho do local do acidente um comboio socorro, que retirará as carruagens para uma linha secundária, onde será feita a sua reparação. Os trabalhos de reparação dos danos causados na via ferroviária começarão em seguida. A Infraestruturas de Portugal não faz qualquer previsão sobre o tempo necessário para reestabelecer a normalidade da circulação de comboios naquela via.

Noticia actualizada às 11h31