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Ministro da Educação: “Há casos que indiciam segregação de alunos”

MÁRIO CRUZ / LUSA

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, está longe de ser um adepto dos rankings de escolas elaborados pela comunicação social. Mas acredita que é importante facultar cada vez mais informação sobre o sistema educativo. Sobre as escolas que persistentemente apresentam médias nos exames muito baixas, o ministro (respondendo por escrito às perguntas do Expresso) lembra o impacto que tem o tecido socioeconómico que as rodeia, mas acredita também que há práticas de segregação dentro dos mesmos territórios. E promete intervir.

O Ministério tem tido a preocupação de disponibilizar mais informação além das médias simples dos exames nacionais para permitir análises mais contextualizadas. Ainda assim, considera que os rankings têm tido algum efeito perverso no sistema educativo?
Como se sabe, os rankings não são produzidos pelo Ministério da Educação e, por isso mesmo, não gostaria de me debruçar numa análise prolongada sobre os mesmos. Há um princípio que gostaríamos de fomentar: uma maior cooperação saudável entre escolas, que não acontece em lógicas meramente competitivas e hierarquizantes.

Leia a entrevista na íntegra na edição deste sábado do Expresso