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Sociedade

Portugal com “firme compromisso” de não esquecer Holocausto

Agencja Gazeta

No Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, o Governo recorda quem impediu o extermínio de pessoas perseguidas pelo regime nazi e reitera a promessa de “manter viva a memória”

Portugal "reitera hoje o seu firme compromisso de manter viva a memória do Holocausto, contribuindo para que não se repita nunca mais". No Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, o Governo português afirma que se junta "a todos os que se recusam esquecer e que prestam homenagem às vítimas do extermínio e da desumanidade nazi".

Em comunicado, evocando os "homens e mulheres que, pela sua coragem e altruísmo, resgataram da morte milhares de judeus e outras vítimas do ódio nazi", o Governo destaca a atuação dos diplomatas Aristides de Sousa Mendes, Alberto Teixeira Branquinho e Carlos Sampaio Garrido, bem com do padre Joaquim Carreira. É ainda sublinhada a necessidade de continuar a investir na educação e no respeito pelos direitos humanos para "manter viva a memória daqueles que padeceram durante o Holocausto e para garantir que nunca mais venha acontecer".

Os membros do Executivo afirmam ainda que é necessário continuar a investir "na defesa intransigente da dignidade de todas as pessoas e na luta contra o ódio, a intolerância, a xenofobia, o racismo, o antissemitismo e o preconceito". Uma missão que "é um dever de todos".

Neste dia, há setenta e três anos foi libertado o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. O campo é o expoente máximo da barbárie nazi.