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Operação Fizz: “Quando fui preso, o meu primeiro telefonema foi para Proença de Carvalho”

Mário Cruz/ Lusa

Orlando Figueira voltou a implicar o advogado e diz que foi ele quem lhe pagou a defesa. “Ajudo mais se ficar de fora”

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Jornalista de Sociedade

O ex-procurador que está a ser julgado por corrupção garantiu esta quinta-feira em tribunal: “No dia em que fui detido, o meu primeiro telefonema foi para Daniel Proença de Carvalho.” Orlando Figueira diz que o advogado lhe atendeu o telefone e sugeriu que o “melhor” era ficar de fora. “Ajudo mais se ficar de fora.”

Orlando Figueira disse que recebeu então um telefonema do advogado Paulo Sá e Cunha que lhe garantiu a defesa e que disse estar a ser pago por Proença de Carvalho. Sá e Cunha afastou-se da defesa antes do julgamento começar e Proença de Carvalho nega qualquer contacto com Orlando Figueira.

O ex-procurador arrolou Proença como testemunha e já disse em tribunal que dispensa Sá e Cunha do sigilo profissional “para que possa contar a verdade'”.