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Quatro anos e meio de prisão efetiva para inspetor da PJ

Tribunal de Cascais deu como provado o desvio de 40.000 euros durante buscas a uma residência

O Tribunal de Cascais condenou esta terça-feira a uma pena efetiva de quatro anos e meio de prisão um inspetor da Polícia Judiciária (PJ) por ter desviado 40.000 euros durante buscas a uma residência em Cascais.

Emanuel Briosa estava acusado pelo Ministério Público (MP) de desviar 200.000 euros, no decorrer das buscas a uma residência em Cascais (distrito de Lisboa), no âmbito do processo "Rota do Atlântico", em que o empresário José Veiga é um dos arguidos.

O coletivo de juízes deu como provado que o arguido desviou "pelo menos 200 notas de 200 euros" (40.000 euros), decretou a proibição de exercício de funções durante quatro anos e manteve a medida de coação de prisão preventiva.