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Erro ortográfico em estudo do Ministério da Educação

A troca de um S por um X fazia toda a diferença neste caso, ainda por cima num estudo inédito revelado pelo Ministério da Educação esta segunda-feira de manhã. Entretanto, o erro já foi corrigido

Um estudo inédito publicado esta segunda-feira de manhã pelo Ministério da Educação sobre o efeito das condições económicas nos resultados obtidos pelos alunos escondia um erro ortográfico, entretanto já corrigido, que manchava o trabalho produzido pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência.

Na página 35 da versão inicial desse documento, podia ler-se: “Parece assim ser inegável que, em Portugal, o sistema educativo terá de continuar a trabalhar para que a escola pública cumpra o seu papel nivelador de oportunidades entre alunos oriundos de diferentes extratos socioeconómicos.”

Entre tantos números, escalas, percentagens, gráficos, etc., incluídos nas 58 páginas do documento, dir-se-ia que os autores do mesmo se deixaram levar pelo lado contabilístico que marca este trabalho.

Segundo o dicionário de Português da Porto Editora, estrato significa, neste caso, “camada ou faixa”, enquanto extrato quer dizer, entre outros, “substância extraída de outra”, “fragmento” ou “registo dos movimentos de uma conta”.