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“Paguei a guardas para fugir da prisão de Caxias”

Foragido há 48 dias, o luso-israelita Joaquim Matos já saiu de Portugal. E falou com o Expresso.

É um dos homens mais procurados pela polícia portuguesa, depois da fuga na noite de 19 de fevereiro do Estabelecimento Prisional de Caxias, juntamente com dois reclusos chilenos, entretanto detidos. Na última terça-feira, colocou uma foto aérea da cadeia onde se encontrava detido preventivamente desde novembro de 2015. “É para provocar o sistema e acicatar a polícia. Vou continuar a colocar fotos polémicas no Facebook”, diz ao Expresso o homem acusado de crimes como associação criminosa, extorsão, tráfico de droga, branqueamento de capitais, ofensa à integridade física, roubos e furtos. Numa conversa por escrito, por telefone e vídeo, o recluso nº 348 de Caxias assegura que se encontra em Portugal “perto da fronteira” depois de ter estado escondido em Badajoz.

A Polícia Judiciária não confirma a versão do fugitivo e assegura que se encontra fora do país.

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