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840 condutores apanhados numa semana a não circular à direita

António Pedro Ferreira

A segunda fase da operação Via Livre contou com ações de fiscalização para combater a circulação abusiva pelas vias do meio e da esquerda sem que haja trânsito na via da direita

Mais de 1900 condutores foram fiscalizados na segunda fase da operação Via Livre, que detetou 840 casos de circulação abusiva pela via do meio e da esquerda, quando a da direita está livre, informou a GNR.

Segundo fonte da Guarda Nacional republicana (GNR), na segunda fase da operação Via Livre foram feitas 1929 fiscalizações e detetadas também 675 infrações por excesso de velocidade, 72 por falta de inspeção periódica obrigatória dos veículos, 88 por uso de telemóvel durante a condução, 17 por falta ou uso inadequado de cintos de segurança e cadeirinhas para crianças e cinco por excesso de álcool.

No total, a operação resultou em 1.116 contraordenações, de acordo com a GNR.

A segunda fase da operação Via Livre, que durou entre dia 27 de março e 2 de abril, envolveu 568 militares e previa ações de fiscalização para combater a circulação abusiva pela via do meio e da esquerda sem que haja trânsito nas vias da direita.

A operação tinha arrancado no dia 2 de março, mas inicialmente apenas com ações de sensibilização, alertando os condutores para os constrangimentos e perigos provocados pela circulação indevida, estando ao nível da segurança rodoviária como da fluidez do tráfego.

As ações decorreram em autoestradas e nas vias reservadas a automóveis e motociclos.

“A prática da circulação de veículos pela via do meio ou da esquerda sem que exista tráfego nas vias mais à direita, para além de constituir infração ao Código da Estrada, causa constrangimentos à segurança rodoviária e à fluidez de tráfego”, lembra a GNR, frisando que esta atitude potencia outras infrações por parte dos condutores.