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Há um português entre os feridos. “Já teve alta e está bem de saúde”, diz Governo

FACUNDO ARRIZABALAGA/ EPA

O jovem, de 26 anos, foi atropelado quando atravessava a rua para apanhar o metro, tendo sido colhido por um carro, e rebolou por cima do capô

Um jovem português foi atropelado esta quarta-feira no ataque terrorista em Londres, Reino Unido, sofrendo cortes profundos num joelho e numa mão, mas já teve alta hospitalar e encontra-se bem, disse à Lusa o secretário de Estado das Comunidades.

O jovem, de 26 anos, foi atropelado quando atravessava a rua para apanhar o metro, tendo sido colhido por um carro, e rebolou por cima do capô, relatou José Luís Carneiro.

O português, que vive em Londres com a mãe, sofreu "dois cortes profundos, um no joelho e outro numa mão", tendo sido assistido no hospital de Chelsea-Westminster.

O jovem já recebeu entretanto alta hospitalar e "encontra-se bem de saúde", referiu o governante.

O secretário de Estado, que se encontra em viagem oficial a Macau, indicou que a consulesa-geral portuguesa em Londres, Joana Garcia, esteve no hospital com o jovem e com a mãe, mas acrescentou que esta família não necessita de apoio adicional do Estado português.

"Os nossos serviços consulares continuam a acompanhar o processo de identificação de vítimas, nomeadamente dos feridos, para verificar se há ou não qualquer outro português envolvido. O nosso acompanhamento é total", sublinhou José Luís Carneiro.

Testemunhas oculares relataram que um atacante atropelou esta quarta-feira peões na ponte de Westminster antes de o seu veículo embater na vedação junto ao edifício do Parlamento britânico. Depois, o atacante saiu do veículo empunhando uma faca, esfaqueou um polícia e foi alvejado pelas forças policiais.

Segundo as últimas informações divulgadas pela Polícia Metropolitana de Londres, pelo menos quatro vítimas mortais foram confirmadas, incluindo um agente da polícia e o atacante. Outras 20 pessoas ficaram feridas, incluindo polícias.

As autoridades britânicas estão a tratar estes acontecimentos como um "ataque terrorista".