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Segredo de justiça do caso BES prolongado até 2018

SUSPEITO. Banqueiro está indiciado por corrupção, abuso de confiança, tráfico de influência, branqueamento e fraude fiscal qualificada

Luís Barra

A investigação ao universo Espírito Santo está para durar. O prazo para o fim do segredo de justiça foi prolongado até 30 de setembro de 2018

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Mais um ano e oito meses. O prazo do segredo de justiça na investigação ao grupo Espírito Santo foi prolongado até 30 de setembro de 2018, segundo apurou o Expresso junto de fonte próxima do processo.

A notícia foi também avançada pela "Sic Notícias".

A investigação do Ministério Público irá assim ter mais tempo para preparar a acusação, já que se trata de mais um caso de especial complexidade.

Até à data, foram constituídos onze arguidos, no caso: nove pessoas singulares e duas coletivas.

O nome mais sonante é o do antigo presidente do BES, Ricardo Salgado. Além de Salgado, também fazem parte do rol de suspeitos Isabel Almeida, antiga diretora das finanças, António Soares, da BES-Vida, José Castella, responsável pelas finanças do GES, Pedro Luís Costa, Cláudia Boal de Faria e Amílcar Morais Pires, que era o braço direito de Salgado.

O Ministério Público investiga suspeitas da prática de crimes burla qualificada, falsificação de documento, falsidade informática, fraude fiscal, infidelidade, abuso de confiança, branqueamento e corrupção no sector privado.