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Sociedade

Guardas prisionais fazem vigília junto ao Palácio de S. Bento

Luís Barra

O sindicato dos guardas prisionais já anunciou também um greve geral para 7 e 8 de fevereiro

O Sindicato dos guardas prisionais convocou para esta terça-feira de manhã uma vigília de protesto junto à residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa.

Em causa, segundo o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, estão questões relacionadas com promoções a guarda principal, chefe e chefe principal, pagamento de subsídio de turno/noturno, o "fim do trabalho escravo" e atualização da tabela remuneratória, de acordo com a equiparação à PSP.

O sindicato anunciou também um greve geral para 7 e 8 de fevereiro.

No sábado, a ministra da Justiça reconheceu que há uma "situação crítica ao nível da guarda prisional", lembrando que está a decorrer um concurso para a entrada de 400 guardas prisionais, assim como "outros concursos que têm a ver com a promoção intercategorias.

"Percebemos que são pessoas a quem se exige um papel duplo: por um lado que mantenham a segurança e a disciplina no interior dos estabelecimentos e, por outro lado, que tenham uma grande interiorização e que se comportem com adequação com aquilo que são o respeito pelos direitos fundamentais dos reclusos, disse Francisca Van Dunem em Fátima.

O mapa de pessoal dos serviços prisionais para este ano prevê 4.903 guardas prisionais.