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Colocar pilhas no Pilhão ajuda o ambiente e o IPO

João Carlos Santos

Campanha de recolha de pilhas e baterias usadas arranca esta terça-feira. Quantas mais forem recicladas melhor para o ambiente. E como prenda de Natal, o Instituto Português de Oncologia recebe novo equipamento médico

Carla Tomás

Carla Tomás

Jornalista

Pelo oitavo ano consecutivo, a Ecopilhas (Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores) lança mais um peditório para recolha de pilhas e baterias usadas em brinquedos, telemóveis, relógios, telecomandos, entre outros aparelhos. O objetivo da campanha, que decorre até 31 de dezembro, é aumentar a reciclagem destes materiais que incorporam metais pesados prejudiciais para o ambiente e, ao mesmo tempo, angariar o suficiente para oferecer um novo equipamento de tratamento ou de diagnóstico complementar ao Instituto Português de Oncologia (IPO).

Desde 2009, a campanha de Natal da Ecopilhas já conseguiu recolher 26,9 milhões de pilhas e baterias portáteis e doar ao IPO equipamento médico diverso, como um ortopantomógrafo, uma videoendoscopia portátil, uma torre de endoscopia ou uma sonda Gamma portátil.

“Nesta campanha, aliamos a reciclagem à solidariedade, porque acreditamos que tanto a proteção do ambiente como a responsabilidade social e a promoção de um desenvolvimento mais sustentável são deveres de todos nós”, afirma Eurico Cordeiro, diretor-geral da Ecopilhas, em comunicado enviado às redações.

A empresa sem fins lucrativos (constituída pelos principais produtores de pilhas e acumuladores no mercado português) encaminhou 527 toneladas de pilhas e baterias para reciclagem em 2015. Todos os interessados em participar devem colocar as pilhas e baterias usadas num dos 20.000 Pilhões espalhados pelo país.