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Urgências: ministro diz que não há razões para alarme

NUNO FOX

Com o início do mês de dezembro e a elaboração das escalas para a época festiva que se avizinha com carência de médicos e enfermeiros, há já empresas de prestação de serviços médicos a contratar mas o Governo garante que está tudo preparado

O gabinete do ministro da Saúde garante ao Expresso que não são esperadas ruturas nas Urgências dos hospitais públicos durante o Natal e a passagem do ano. As escalas de médicos e de enfermeiros estarão, à partida, asseguradas.

“O planeamento foi realizado existindo planos de contingência e gestão partilhada de recursos. O Ministério da Saúde reforça a confiança no trabalho das administrações regionais de saúde (ARS) e dos serviços de saúde, não existindo motivos para preocupação”, afirmou ao Expresso fonte do gabinete de Adalberto Campos Fernandes.

Esta manhã,o “Diário de Notícias” noticiou que diversos hospitais públicos não estão a conseguir dispor de médicos suficientes para completar as escalas de dezembro e têm recorrido a empresas de subcontratação – mas mesmo estas já não têm profissionais disponíveis para corresponder às solicitações. Nas últimas semanas do ano, as Urgências ficam por norma muito congestionadas pelo período de férias de médicos e enfermeiros e pelo aumento expectável de casos relacionados com a gripe e doenças respiratórias.