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Agora o Linkedin diz quanto é que devíamos ganhar

Carl Court/GettyImages

A rede social de contactos profissionais apresentou uma funcionalidade, mas obriga a dizer qual é o ordenado atual se não for utilizador premium. Novidade ainda não está disponível em Portugal

Ana Baptista

Ana Baptista

Jornalista

O LinkedIn lançou o LinkedIn Salary, uma nova funcionalidade que diz aos utilizadores quanto é que deveriam ganhar tendo em conta o emprego que têm, que lhes oferecem ou que estão à procura e ainda tendo em conta em que cidade esse emprego está disponível.

Além do salário base que se deve receber, este novidade do LinkedIn tem ainda em conta fatores como o valor das ações e possíveis bónus. Mostra ainda onde é que um determinado emprego é mais bem pago e quais as oportunidades disponíveis nessa mesma localidade.

Por exemplo, um professor de Inglês no Reino Unido ganha, em média 33.900 libras por ano (35.700 euros), enquanto nos EUA, mais precisamente em Nova Iorque, o ordenado para cargo semelhante pode ir até aos 75.000 dólares anuais (67.000 euros) e em São Francisco não ultrapassa os 57.000 dólares por ano (51.000 euros).

A nova ferramenta permite ainda ver como o salário muda conforma a empresa e a sua dimensão.

Contudo, para os utilizadores que não são premium há um senão: têm de dizer quanto ganham atualmente. Mas a empresa garante que essa informação ficará encriptada e que ninguém terá acesso a ela através do perfil individual. "Qualquer informação sobre o seu salário que seja submetida no Linkedin permanecerá privada e não pode ser vista por ninguém. Não será adicionada ao seu perfil ou mostrada de forma alguma", lê-se no site da rede social, que adianta que "a informação sobre o salário será encriptada".

Outro senão, neste caso para os utilizadores em Portugal, é que esta nova ferramenta ainda só está disponível nos EUA, no Canadá e no Reino Unido.