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Ministra da Justiça, PJ e GNR negam descoordenação no caso do homicida de Aguiar da Beira

NUNO FOX

A ministra da Justiça garantiu que "não há nenhum problema de descoordenação no que diz respeito a essa operação"

A ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, o diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ) e o comandante operacional da GNR negaram esta quinta-feira qualquer descoordenação das forças envolvidas na operação, para capturar o homicida de Aguiar da Beira.

Esta garantia foi subscrita pelo diretor nacional da PJ, Almeida Rodrigues, pelo Comandante Operacional da GNR, Rui Moura, e pela secretária-geral do Sistema de Segurança Interna, Helena Fazenda, que sublinhou terem sido acionados, desde o início deste caso, "mecanismos de articulação e cooperação".

"Essa articulação é real, concreta e diária", assegurou Helena Fazenda, a propósito da operação para localizar e deter o suspeito e fugitivo Pedro Dias.

O homem procurado é suspeito de matar um militar e um civil, em Aguiar da Beira, distrito da Guarda, além de ter causado ferimentos a outras duas pessoas, uma delas também militar da GNR, e tem sido procurado pela GNR e pela Polícia Judiciária desde o dia 11, data dos primeiros acontecimentos.

Na fuga, o homem terá sido já localizado em Arouca, distrito de Aveiro, de onde será natural, e na zona de São Pedro do Sul, onde um militar da GNR se terá baleado a si próprio.

No domingo, uma patrulha da GNR também terá localizado o suspeito, em Vila Real, mas o homem acabou por conseguir fugir novamente.

Na segunda-feira, ao final da tarde, junto à aldeia de Carro Queimado, foi encontrada a viatura que o homem terá roubado em Arouca para se deslocar até Vila Real.

Em Arouca, o homem terá sequestrado duas pessoas, causando-lhes igualmente alguns ferimentos.