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Mais viaturas e novos equipamentos para as polícias

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Despesa do MAI aumenta 1,3% em relação ao ano passado. Estão prometidos mais radares nas estradas, bem como a remodelação de dois dos seis helicópteros pesados de combate aos fogos.

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

O ministério de Constança Urbano de Sousa aposta sobretudo no "reequipamento de segurança pessoal das forças e serviços de segurança", no investimento em viaturas, que "permitirá reduzir a sua idade média e a consequente diminuição dos encargos de manutenção de um parque automóvel envelhecido" e em tecnologias de informação e comunicação, "sector que implica um elevado esforço financeiro".

Outra prioridade é a da construção, remodelação e ampliação de quartéis de bombeiros e a aquisição de mais viaturas e meios operacionais.

A frota de meios aéreos sob a responsabilidade da Autoridade Nacional de Proteção Civil será reposta com a reparação de dois dos helicópteros pesados.

E aposta-se também na conclusão da instalação do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade que dará início à ampliação do mesmo "com mais radares".

O MAI anuncia ainda que foi elaborada, com a colaboração da GNR, da PSP e do SEF, a Lei de Programação das Infraestruturas e Equipamentos para o quinquénio de 2017 a 2021, nela se prevendo, assim, "os investimentos necessários à atividade operacional destas forças e serviços de segurança".

No orçamento de 2017, a despesa total consolidada do Programa Segurança Interna é de 1.989,1 milhões de euros, o que corresponde a um acréscimo de 1,3% face ao orçamento ajustado para 2016.

O OE aponta que 90,8% dos recursos, em 2017, são absorvidos por despesas com pessoal (78,0%) e aquisição de bens e serviços (12,8%).

Nas relações externas do MAI, uma das missões é, segundo o documento, promover a expansão e o aprofundamento da cooperação internacional, nos níveis bilateral e multilateral, especialmente no âmbito do Espaço de Liberdade, de Segurança e de Justiça da UE e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e com os parceiros da bacia do Mediterrâneo.

"Pretende-se, de igual forma, incrementar a cooperação internacional na prevenção e no controlo da criminalidade grave, violenta e altamente organizada", anuncia o MAI.