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Poupança dos portugueses caiu 2 pontos em setembro e aproxima-se de mínimos de abril de 2015

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O indicador de poupança da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Património situa-se nos 45,8 pontos, um valor “muito próximo do mínimo histórico da série”, de 45,3 pontos, registado em abril de 2015

O indicador de poupança da Universidade Católica desceu dois pontos em setembro, situando-se nos 45,8 pontos, um valor "muito próximo do mínimo histórico da série", de 45,3 pontos, registado em abril de 2015.

O indicador de poupança da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Património (APFIPP), da Universidade Católica Portuguesa, divulgado esta quinta-feira em comunicado, indica que a tendência da poupança das famílias em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), que é medida pela variação trimestral da série alisada, "continua muito próxima dos -0,15 pontos percentuais do PIB por trimestre".

Isto que dizer que, "em termos agregados, as famílias têm diminuído a sua taxa de poupança em cerca de 0,14 pontos percentuais do PIB em cada trimestre desde os começos de 2014".

O indicador de poupança APFIPP/UCP procura antecipar a evolução da taxa de poupança das famílias portuguesas em percentagem do PIB, corrigida de efeitos de sazonalidade, e resulta da análise ao comportamento de um conjunto alargado de fontes estatísticas.

O indicador de poupança assumiu o valor 100 no último trimestre de 2000 quando a taxa de poupança foi de cerca de 8% do PIB.

Assim, cada 12,5 pontos do indicador representam cerca de 1% do PIB. Quando o indicador atinge o valor 125, a poupança das famílias é cerca de 10% do produto.

O indicador de poupança da APFIPP, da Universidade Católica Portuguesa, inclui os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) e da poupança financeira do Banco de Portugal.