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Associação da Guarda lamenta morte e defende valorização do patrulheiro

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“O patrulheiro é a essência da Guarda. É aquele que morre, que vai aos assaltos, à desordem pública, sozinho com outro camarada, e é aquele que ganha menos”, disse José Alho da Associação Socioprofissional Independente da Guarda, depois de ter lamentado a morte de um militar em Aguiar da Beira

A Associação Socioprofissional Independente da Guarda (ASPIG) lamentou esta terça-feira a morte de um militar em Aguiar da Beira, frisando que os agentes que fazem patrulhas deveriam ser valorizados porque arriscam a vida.

"Ainda esta noite enviámos ao Comando Geral da Guarda a nossa proposta para alterar o estatuto do militar da GNR, em que realçamos que o patrulheiro é a essência da Guarda", disse à agência Lusa o presidente da ASPIG, José Alho.

"É aquele que morre, que vai aos assaltos, à desordem pública, sozinho com outro camarada, e é aquele que ganha menos", lembrou.

A ASPIG considerou que estes deveriam ser os militares mais bem pagos da Guarda Nacional Republicana (GNR).

"A criminalidade está cada vez mais violenta", frisou o dirigente associativo.

A ASPIG enviou a proposta de revisão do estatuto por correio eletrónico, no término do prazo, e espera agora ser chamada pela ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, para uma reunião.

"Pensamos que há vontade política por parte da senhora ministra para fechar este assunto este ano", indicou.

"Na proposta salientamos a importância do patrulheiro. Lamentamos esta morte e o camarada ferido, que não sabemos como vai ficar", disse.

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