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Governo em peso regressa à escola para assinalar o arranque do ano letivo

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António Costa, 15 ministros e 12 secretários de Estado vão visitar estabelecimentos de ensino de todos os distritos na próxima quarta-feira

A iniciativa não é inédita e já em 2007 o Governo em peso, então dirigido por José Sócrates, tinha decidido assinalar o arranque de mais um ano letivo com a visita de vários ministros a escolas e a distribuição de milhares de computadores portáteis a professores e alunos de todo o país. Este ano, o executivo liderado por António Costa voltou a ser convocado em força para, no próximo dia 14, quarta-feira, visitar os estabelecimentos de ensino onde estudaram ou cujo projeto educativo é “particularmente relevante para a respetiva tutela”, informa o Ministério da Educação.

Em todos os distritos haverá pelo menos uma visita de um membro do Governo. “Do ensino regular ao ensino profissional e artístico, de escolas em territórios mais ou menos favorecidos, às que apoiam alunos com maiores ou menores dificuldades, são mais de quatro dezenas de estabelecimentos de ensino por onde vão passar elementos de todas as áreas de governação”, lê-se ainda na nota divulgada esta quarta-feira de tarde.

Com o arranque do ano letivo marcado este ano para 9 a 15 de setembro – todas as escolas terão de abrir ao longo deste período – o programa oficial da 5 de Outubro arranca na segunda-feira, com o ministro Tiago Brandão Rodrigues a assinar os primeiros acordos de colaboração para a execução dos investimentos em escolas designadas no âmbito do programa Portugal 2020. As primeiras 13 a terem a garantia de intervenção, num valor total de 19 milhões de euros, distribuem-se por nove municípios do Alto Minho.

As grandes novidades do próximo ano letivo traduzem-se na distribuição gratuita, pela primeira vez a nível nacional, de manuais escolares a todos os alunos do 1º ano, no arranque dos planos de promoção de sucesso escolar concebidos por cada um dos agrupamentos e ainda na generalização do novo sistema de avaliação no ensino básico, que pôs fim aos exames nacionais do 4º e do 6º, substituídos por provas de aferição, que não contam para a nota, no 2º, 5º e 8º anos.