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Taxistas pedem apreensão de carros ao serviço da Uber

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Tiago Miranda

Associações de taxistas insistem que a Uber presta um “serviço ilegal” e que a legislação prevê outra penalização além de coimas

Os representantes dos taxistas pediram esta terça-feira ao Governo para apreender os carros que prestam serviço para as novas plataformas de mobilidade, como a Uber, disse o presidente da Federação Portuguesa do Táxi (FPT), Carlos Ramos.

"Fomos dizer que é preciso parar com este tipo de viaturas que continuam a desenvolver uma atividade ilegal", afirmou o dirigente.

Carlos Ramos falava à agência Lusa no final de uma reunião que a FPT e a Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) tiveram com representantes do Ministério da Administração Interna (MAI).

Os representantes das associações defenderam que "a legislação, hoje, permite que a polícia, além das coimas que não resolvem o problema, possam também apreender o objeto que está causar crime".

Afirmando que "ainda vai demorar" até estar concluída a legalização daquelas plataformas, Carlos Ramos frisou que "até lá tem de se parar com estas viaturas".

"Não estamos contra a existência das plataformas e acho que devem ser regulamentadas. Não concordamos é com a desregulamentação que se pretende fazer ao nosso setor para facilitar o acesso das viaturas para trabalharem com estas plataformas", disse à Lusa.

O presidente da FPT acrescentou que fez saber ao MAI que, "se não houver uma resposta satisfatória para as partes, a manifestação que está convocada pelas duas associações irá concretizar-se em setembro".

A Uber e a Cabify são plataformas 'online' que permitem pedir carros de transporte de passageiros, com uma aplicação para 'smartphones' que liga quem se quer deslocar a operadores de transporte.

Associações de taxistas insistem que a Uber presta um "serviço ilegal" e que a legislação prevê outra penalização além de coimas
Os representantes dos taxistas pediram esta terça-feira ao Governo para apreender os carros que prestam serviço para as novas plataformas de mobilidade, como a Uber, disse o presidente da Federação Portuguesa do Táxi (FPT), Carlos Ramos.

"Fomos dizer que é preciso parar com este tipo de viaturas que continuam a desenvolver uma atividade ilegal", afirmou o dirigente.

Carlos Ramos falava à agência Lusa no final de uma reunião que a FPT e a Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) tiveram com representantes do Ministério da Administração Interna (MAI).

Os representantes das associações defenderam que "a legislação, hoje, permite que a polícia, além das coimas que não resolvem o problema, possam também apreender o objeto que está causar crime".

Afirmando que "ainda vai demorar" até estar concluída a legalização daquelas plataformas, Carlos Ramos frisou que "até lá tem de se parar com estas viaturas".

"Não estamos contra a existência das plataformas e acho que devem ser regulamentadas. Não concordamos é com a desregulamentação que se pretende fazer ao nosso setor para facilitar o acesso das viaturas para trabalharem com estas plataformas", disse à Lusa.

O presidente da FPT acrescentou que fez saber ao MAI que, "se não houver uma resposta satisfatória para as partes, a manifestação que está convocada pelas duas associações irá concretizar-se em setembro".

A Uber e a Cabify são plataformas 'online' que permitem pedir carros de transporte de passageiros, com uma aplicação para 'smartphones' que liga quem se quer deslocar a operadores de transporte.