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Madeira: fogo na Calheta alastra mas não há pessoas e casas em perigo

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DUARTE SÁ / Reuters

“O incêndio já teve uma fase muito mais complicada e difícil, mas continua a alastrar, principalmente na zona de vegetação. Não existem casas em perigo, nem pessoas. A nossa prioridade foi sempre salvaguardar as habitações”, diz o presidente da Câmara dalocalidade madeirense

O incêndio na Calheta, Madeira, continua a alastrar, principalmente em zona de vegetação, mas não há pessoas, nem casas ameaçadas, disse esta madrugada à agência Lusa o presidente de Câmara da localidade, Carlos Teles.

"O incêndio já teve uma fase muito mais complicada e difícil, mas continua a alastrar, principalmente na zona de vegetação. Não existem casas em perigo, nem pessoas. A nossa prioridade foi sempre salvaguardar as habitações", afirmou Carlos Teles.

Segundo o autarca, há uma frente de incêndio bastante intensa na freguesia dos Prazeres. "Temos duas corporações de bombeiros no terreno, de São Vicente e da Calheta, e temos também a ajuda dos bombeiros dos Açores. São 32 homens que estão a cooperar connosco", sublinhou.

Carlos Teles referiu também que a "temperatura baixou e o vento não tem grande intensidade", salientando que as condições climatéricas "melhoraram bastante". "Resta-nos combater as chamas", concluiu.

Três pessoas morreram na terça-feira, no Funchal, na sequência de incêndios que deflagraram no concelho na segunda-feira. O fogo provocou ainda cerca de mil desalojados, entre residentes e turistas, e muitas casas e um hotel foram destruídos pelo fogo.

Os prejuízos materiais são avultados, mas não estão ainda contabilizados.