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Mais de 30 incendiários detidos desde o início do ano

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PJ e GNR prenderam no total 31 pessoas suspeitas do crime de incêndio desde o início do ano

O trabalho de investigação das equipas da Polícia Judiciária e da Guarda Nacional Republicana no combate ao crime de incêndio florestal tem estado a produzir resultados. No total, as duas corporações detiveram 31 pessoas suspeitas do crime de incêndio florestal.

Segundo fonte oficial da PJ, o número de incendiários detidos este ano por esta corporação (24) é sensivelmente o mesmo que em igual período do ano passado (26).

Em comunicado, a GNR anunciou a detenção de sete incendiários e a identificação de mais de duas dezenas de suspeitos: “Na sequência das diversas ações realizadas, no sentido de prevenir e reprimir situações de potencial risco associadas aos incêndios florestais, desde o início do ano e até ao dia 7 de agosto, foram identificas as seguintes situações: 1 534 autos de notícia pelo crime de incêndio, 276 indivíduos identificados pelo crime de incêndio, sete detidos por suspeitas do crime de incêndio e 753 autos de contraordenação”.

As contraordenações, em 48% dos casos, dizem respeito à “gestão de combustíveis junto a edificações”. Em 24% das situações estão relacionadas com a queima de amontoados ou sobrantes de exploração. Apenas 1% se refere às fogueiras de lazer em espaço florestal.

Desde segunda-feira, a GNR reforçou as ações de patrulhamento e vigilância em áreas florestais e, pela primeira vez, participa na “intervenção nos incêndios florestais, na validação e medição das áreas ardidas nos incêndios florestais e na investigação das suas causas”.

A Guarda tem neste momento empenhados 500 militares do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) nas ações de combate aos incêndios florestais: Entre eles, 160 militares que dão apoio a 23 meios aéreos em ações de 1ª intervenção nos incêndios. Há também quatro grupos de ataque ampliado (três deles a combater incêndios em Viana do Castelo e um no distrito do Porto).