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Andanças: autoridades afastam hipótese de crime no incêndio

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EDGAR LIBÉRIO/LUSA

GNR diz que não há indícios de origem criminosa no incêndio que destruiu mais de 400 carros há dois dias num dos parques de estacionamento do festival em Castelo de Vide

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

A GNR anunciou esta tarde que está afastada a hipótese de crime no incêndio que destruiu esta quarta-feira mais de 400 carros no parque de estacionamento do festival Andanças.

“Não está em causa mão criminosa. Neste momento, é a Policia Judiciária que está com o processo”, disse ao Expresso o tenente-coronel Carlos Belchior, da GNR de Portalegre.

O curto-circuito de uma das viaturas continua a ser a hipótese mais plausível, mas as autoridades não colocam de lado um possível descuido ou uma folhagem seca que possa ter dado origem ao fogo. Em todo o caso, o carro que deu início ao incêndio foi identificado e está a ser analisado pelos peritos.

A partir desta tarde, a GNR e a PJ vão permitir que os donos tenham acesso às suas viaturas afetadas, de modo a que possam acionar os respetivos seguros.

O tenente-coronel Carlos Belchior disse ainda que o número de carros afetados pelo incêndio é superior ao inicialmente avançado pelas autoridades. “Nos últimos dias fomos contactados por 444 pessoas, que dizem que os seus carros foram afetados pelo fogo”, disse este responsável da GNR. Nuns casos trata-se de veículos totalmente incendiados e noutros apenas parcialmente.